Portugal Start-Up: Junho 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

Projectos PAECPE aprovados pelo IEFP já criaram 623 empresas em 2012


O IEFP, através das linhas PAECPE – Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego já abordadas neste blog, tem apoiado cada vez mais pessoas na criação das suas empresas ou negócios, sendo uma importante medida de apoio ao empreendedorismo especialmente no apoio à criação de empresas para desempregados. 
Relembramos que o PAECPE apoiam a constituição de empresas e o auto-emprego de três formas:
Antecipação das Prestações de Desemprego (recebimento do subsídio de desemprego de uma só vez);
Eventual majoração do incentivo acima mencionado;
Microinvest para financiamentos até €20 000.00 (pode ser cumulativo com a antecipação do subsídio de desemprego);
Invest + para financiamentos até €100 000.00 (pode igualmente ser acumulado com a antecipação do subsídio de desemprego);
Uma vez que o PAECPE tem sido uma das principais medidas de apoio à criação de emprego em Portugal e também um dos principais responsáveis pelo empreendedorismo e criação de empresas, é importante abordar estatisticamente o impacto destas medidas de criação de emprego. 
Até Abril de 2012, o IEFP através do PAECPE tinha apoiado um total de 623 projectos o que representa um aumento de 22% face ao periodo homólogo. 
 Como é possível verificar no gráfico, desde 2010 que o número de projectos aprovados pelo IEFP tem vindo a aumentar (valores a Abril). 


O número de aprovações de projectos ao abrigo do PAECPE até Abril representa 52% dos objectivos do IEFP, sendo revelado que o IEFP tem ainda disponível 4.6 Milhões de Euros para estes apoios à criação de empresas.


Estes números vêm mais uma vez reflectir a importância do Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego – PAECPE, não só na criação de emprego, como no dinamismo empresarial em Portugal. 
Consulte outras medidas de apoio ao empreendedorismo e à criação de empresas como o caso do Impulso JovemExistem ainda outros apoios para financiar o seu negócio.


Consulte também a Up to Start para enquadrar o seu projecto no PAECPE (em qualquer uma das suas componentes incluindo Invest + e Microinvest) e para outras linhas de financiamento a empresas

Portugal Ventures - a nova Sociedade de Capital de Risco


A Portugal Ventures será a nova Sociedade de Capital de Risco pública que vai nascer da forte reestruturação que vai resultar na fusão de 3 Sociedades de Capital de Risco: a Turismo Capital, InovCapital e Aicep Capital global.

A nova Capital de Risco Portugal Ventures vai investir em Start-ups (que até agora estavam excluídas do apoio do Capital de Risco, desde que se tratem de projectos escaláveis e em sectores de negócio com grande potencial de crescimento. A Portugal Ventures vai disponibilizar 140 milhões de euros para investir em novos projectos, sejam start-ups ou empresas já com histórico.

Para novas empresas start-ups e early-stages, a Portugal Ventures vai disponibilizar 20 Milhões de Euros por ano ao nível deste capital de risco público, com um máximo de 100 projecto apoiados anualmente. Este fundo deverá ter uma duração de 5 anos.
O total de investimento entre os 26 diferentes fundos da Capial de Risco deverá rondar os 600 milhões, sendo que para novos investimentos está alocado um valor total de cerca de 140 Milhões de Euros.
Com a fusão das Capitais de Risco Públicas o governo pretende também uma poupança anual de um Milhão de Euros em custos operacionais e administrativos.
A Portugal Ventures terá como política de investimento apoiar principalmente projectos na área das tecnologias, web, comunicação e recursos endógenos.

Podemos apoiar a sua empresa a obter financiamento de Capital de Risco. Se estás interessado em financiamento, consulta também estes artigos:

Associações Portuguesas de Business Angels (atualizado)
6 Apoios para criar a sua própria empresa
Lista das Sociedades de Capital de Risco em Portugal

O que Procuram os Business Angels e as Sociedades de Capital de Risco

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Prémio SIM 2012


O Prémio SIM 2012, promovido pela Samsung Eletrónica Portuguesa, SA e cuja primeira edição se realizou no ano passado, pretende distinguir e premiar projetos criativos nas seguintes áreas:
•             Arquitetura;
•             Artes performativas;
•             Artes visuais e design;
•             Marketing e publicidade;
•             Cinema;
•             Televisão e rádio;
•             Moda;
•             Música;
•             Novas tecnologias;
•             Aplicações digitais.
As propostas recebidas pelo júri do Prémio SIM 2012 serão avaliadas de acordo com rigorosos critérios relacionados com criatividade e carácter disruptivo, atratividade, integração tecnológica e viabilidade financeira. O objetivo do prémio é dar vida ao projeto vencedor, atribuindo-lhe um prémio financeiro de €25.000,00.
                A participação no concurso Prémio SIM 2012 é gratuita e destinada a entidades individuais e coletivas residentes ou com sede no território nacional. A data limite para as candidaturas é 31 de Agosto de 2012 e o prémio conta com diversas fases, sendo este entregue a 28 de Novembro de 2012.
                Para participar é necessário estruturar a ideia e defendê-la da melhor forma e o Plano deNegócios é uma ferramenta fundamental para o sucesso da candidatura. Se tem uma ideia enquadrável no Prémio SIM 2012 apresentado, aproveite a oportunidade e potencie o seu projeto com um projecto de excelência.  

terça-feira, 19 de junho de 2012

Impulso Jovem – Apoio ao empreendedorismo


O Impulso Jovem consiste numa série de medidas lançadas recentemente pelo governo que visam promover a empregabilidade, o empreendedorismo entre os jovens e Apoio à PME (consulte outros apoios à criação de empresas).
Vamos agora abordar as medidas de apoio ao empreendedorismo criadas pelo Impulso Jovem e que pretendem facilitar a criação de empresas por jovens empreendedores.
a) Apoio à contratação de jovens pelo reembolso das contribuições para a Segurança Social:
- Caso a empresa crie postos de trabalho líquidos com contrato a termo (criar mais emprego do que despedimentos), tem o reembolso das contribuições para a Segurança Social. Esta medida enquadra desempregados há mais de 12 meses com idades entre os 18 e 30 anos.
O apoio tem a duração de 18 meses e um máximo de €175/mês.
b) Passaporte para o empreendedorismo:
Consiste no apoio à criação de empresa (apoio técnico e formação).
c) Portugal Empreendedor
A medida Portugal Empreendedor – Rede de Negócios, pretende integrar serviços de apoio à empresas e empreendedores com as associações empresariais e a ANJE, CIP, AEP e CAP e facilitar o acesso ao microcrédito e Capital de Risco (existem ainda outras linhas de apoio ao financiamento de projectos como o PAECPE para criação de empresas por desempregados);
d) COOPJOVEM
Apoio à criação de cooperativas jovens. É fornecido apoio técnico e apoio ao investimento com linha de financiamento reembolsável no valor de €25 000.00
f) Programa Nacional de Microcrédito:
Apoio ao acesso ao Microcrédito, especialmente para jovens com dificuldades de acesso ao crédito tradicional, para criação de postos de trabalho e micro-empresas.
impulso jovem
 Estas medidas de apoio ao empreendedorismo jovem – O Impulso Jovem – Pretende principalmente colocar à disposição dos jovens uma série de ferramentas já existentes mas que muitas vezes não estão acessíveis.
Existem ainda outras linhas de financiamento a jovens empresários como a linha protocolada CGD/ANJE.
Caso tenha um projecto e queira validar o seu enquadramento no Impulso Jovem, não hesite em contactar-nos.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Investir no Martim Moniz


Para quem queira investir na zona do Martim Moniz, em Lisboa, começa amanhã o Concurso nº 176 da EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa). O Concurso EPUL Jovem abre as inscrições entre dia 19 de Junho e dia 18 de julho para o sorteio, marcado para dia 21 de Julho às 11h na sede da EPUL, para a venda de 40 apartamentos no complexo Residências do Martim Moniz. As escrituras das fracções estão agendadas para Setembro deste ano, muito embora, as obras só se encontrem concluídas no final do ano.

O empreendimento, que prevê a construção de 130 fogos para habitação, 14 espaços comerciais e um Centro de Saúde com capacidade para cerca de 18mil pessoas, têm quatro dos seis edifícios que o compõe já concluídos. O atraso na conclusão dos dois últimos edifícios fica a dever-se às obras de requalificação da Praça do Martim Moniz que veio abrandar as obras.

Este projecto, segundo a EPUL, tem como objectivo a colocação no mercado habitacional fracções direccionadas exclusivamente aos mais jovens e a preços mais competitivos. A iniciativa pretende contribuir para o rejuvenescimento da população no centro da cidade e combater a desertificação urbana.


O concurso está aberto a cidadão nacionais e de países da EU que nunca tenham sido proprietários de um imóvel ao abrigo do programa EPUL Jovem, tenham entre os 18 e os 39 anos (entre 18 de Junho e 31 de Dezembro de 2012). Para os cidadadão estrangeiros cujos países de origem não pertençam à EU pede-se que, além da baliza etária e número de identificação fiscal português, apresentem autorização de residência em território nacional. As inscrições podem ser feitas na Loja EPUL em Telheiras ou no site da empresa (em www.epul.pt) a partir das 9.30 da manhã de dia 19 de Junho de 2012.

Em conjunto com este concurso a EPUL vai realizar, também no dia 21 de Julho, às 15 horas, um concurso por licitação para a venda livre de mais 37 apartamentos nas Residências do Martim Moniz. As tipologias variam entre o T1 e o T3 e contam preços a partir dos 145.900€, o qual inclui estacionamento e arrecadação para todos os fogos.

Em Setembro a empresa lançará a abertura dos concursos para a venda das 8 Coberturas existentes no empreendimento, de 12 lojas e alguns ateliers

Se pretende investir procure as nossas solucções! Visite o site da Up To Start em www.uptostar.com e fique a saber mais. 

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Elevator Pitch ou Investment Pitch


É cada vez mais comum a utilização desta expressão Pitching no mundo empresarial, mas afinal o que é o Pitching? É também conhecido como conhecido com Elevator Pitch ou Investment Pitch e é uma ferramenta que serve para o empreendedor expor uma ideia de negócio num curto espaço de tempo (2 minutos por exemplo).

Os negócios de sucesso surgem na grande maioria das vezes de uma boa ideia, o que muitas vezes não é o suficiente para arrancar com um projeto por inexistência de capital suficiente. Nesse caso é necessário recorrer a uma das muitas formas de financiamento para o conseguir. O Pitching (Elevator Pitch ou Investment Pitch) é precisamente o ato de convencer alguém a investir no seu projeto e é utilizado, por exemplo, no crowdfunding onde o capital é financiado por investidores. O Pitching é assim uma forma rápida e eficiente de convencer esses mesmos investidores ou Business Angels (ou Sociedades de Capital de Risco) de que a sua ideia é formidável, de modo a conseguir capital para se financiar (mais uma alternativa de Bootstrapping).

A eficiência do Pitching é normalmente definida pela criação de um Elevator Pitch, no qual se consegue despertar interesse na sua ideia por parte de outra pessoa, de tal modo que haja troca de contactos e que no futuro haja um reencontro onde poderá expor a sua ideia mais pormenorizadamente.
elevator pitch
 O Pitching é portanto uma ferramenta cada vez mais utilizada na promoção de ideias nos mais variados setores de atividade. Como já foi referido, para a maioria das plataformas de crowdfunding é necessária a elaboração de um pitch ou plano de negócios. Contacte-nos para qualquer apoio necessário e para saber como fazer um Elevator Pitch eficiente!

O factor Marca do Distribuidor e Primeiro Preço


Um dos pilares do reposicionamento da Moderna Distribuição é o desenvolvimento de MDD’s (Marca do Distribuidor), como é o exemplo da marca Continente e Marca Pingo Doce. Esta aposta vem reforçar a política de preços baixos da moderna Distribuição e atrair mais clientes. Verifica-se por vezes a redução do sortido dos produtos nos produtos de maior rotação e maior enfoque na venda dos produtos MDD numa clara aposta no realçe destas marcas de valor acrescentado. A Moderna Distribuição mantém um apertado controlo no desenvolvimento e aquisição das MDD’s, uma vez que estes produtos são concebidos mediante um caderno de encargos e submetidos a controlos de qualidade. 

Quotas percentuais de Produtos MDD nos maiores grupos de Retalho em Portugal:
insignias distribuição

Como é possível verificar, existe um aumento generalizado de produtos MDD no portfólio dos principais hipermercados em Portugal, representando, em 2009, um terço da oferta aos consumidores. De referir que os supermercados de tipo Discount detêm tipologias e modelos de negócio distintos, sendo a quota de produtos MDD’s no seu portfolio muito superior às restantes cadeias.
A probabilidade de domínio das MDD no mercado português em 2015 (+ de 50%) é muito elevado uma vez que não está prevista uma interrupção desta tendência. Porém não se antevê que a quota das MDD alcance mais do que os 2/3 do mercado devido à força que as marcas do fabricante detém, nomeadamente no que toca à relação fidelização do consumidor à marca.

A conjuntura económica adversa e a crescente aposta dos distribuidores nas marcas próprias, são as principais explicações para esta evolução. No entanto pode-se ainda apontar como justificação o poder negocial da distribuição que marca o preço nas prateleiras de todos os produtos, sejam eles de marcas de fabricantes ou de marca branca determinando o espaço nas suas prateleiras, pelo que o resultado é o aumento do consumo das marcas de distribuição.
categorias mdd
Como é possível verificar pelo gráfico, 63% dos consumidores portugueses alargam as suas compras a 6 ou mais categorias de produtos, sendo que 27% dos consumidores adquire 11 ou mais categorias de produtos MDD. 
O consumidor é o principal ditador da forte tendência do aumento do consumo de MDD’s e PP. De acordo com um estudo da Nielson, 76% dos consumidores portugueses (média mundial é 61%) compraram produtos MDD em 2010, sendo que 95% destes manifestam-se satisfeitos uma vez que referem que quando a conjuntura melhorar vão continuar a comprar estes produtos MDD. A aquisição de MDD’s é considerado pela maioria dos consumidores como a escolha racional, com a melhor relação preço/qualidade e imagem atractiva. É cada vez mais considerada a “escolha inteligente” num momento em que os consumidores são cada vez mais pressionados pelo orçamento familiar.
Um estudo da Kantar Worldpanel vem evidenciar ainda mais a tendência das MDD pelo facto de 73% dos consumidores dizer que compara o preço por Kilo/Litro e não apenas o preço do artigo, 77% diz comparar o preço entre as marcas.

A maioria dos consumidores, cerca de 97%, refere que nunca teve problemas com o consumo de MDD’s, sendo que 87% revela-se Muito Satisfeito ou Satisfeito. 33% dos consumidores têm mesmo a percepção de que as MDD têm melhor qualidade que as Marcas de Produtos.
De realçar ainda que 80% dos consumidores considera que as MDD’s são iguais às Marcas do Produtor, tendo no entanto melhor preço e promoções. São ainda produtos que traduzem Confiança, Qualidade e oferta de Variedade. Cerca de 45% dos consumidores revela ainda que compara os preços das MDD’s face às Marcas do Produtos.
Outro estudo da Nielson revela que 99% dos lares portugueses compraram MDD’s em 2010.
mercado marca distribuidor

Consulte-nos para mais informações ou para a elaboração de estudos. 



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Apoio para Mulheres Empreendedoras


O IFDEP (Instituto para o Fomento e Desenvolvimento do Empreendedorismo em Portugal) desenvolveu um programa de apoio ao empreendedorismo por parte das mulheres. O FAME (Formação Avançada para Mulheres Empreendedoras) tem vindo a dar formação, a apoiar as mulheres portuguesas na criação do seu próprio emprego e a construir uma tradição no sentido de estimular o empreendedorismo feminino.

O programa destina-se a mulheres, independentemente da sua situação profissional, que pretendam inserir-se no mercado de trabalho através da criação do seu próprio emprego. Para poderem participar as candidatas têm apenas que ter a escolaridade mínima obrigatória – 9º ano - e preferencialmente uma ideia ou projecto coerente de negócio. Como estímulo à adesão a este incentivo o FAME prevê a formação em horário laboral e a atribuição de subsídio de alimentação os dias da formação.

O FAME tem como modelo uma acção formativa que conjuga o desenvolvimento de competências individuais no campo do empreendorismo, gestão de negócio, etc.., com o apoio ao nascimento das empresas e acompanhamento nos primeiros passos do investimento. A consultoria é um dos pontos fortes deste programa que pretende acima de tudo dotar as mulheres das competências necessárias à sua autonomia empresarial.

o programa tem como regra base a exigência de uma maioria da presença de mulheres nas sociedades criadas no âmbito do FAME, assim como a imposição das funções de gerência por parte de uma mulher. A presença de homens no capital da sociedade é permitida desde que referida no Plano de Negócios.
O programa FAME desenvolve-se em torno de três eixos fundamentais:

Formação – fornecer às participantes os conhecimentos de gestão que lhes permitam fundar e conduzir os seus negócios a bom porto. Apoio à constituição e consolidação de micro e pequenas empresas que sejam promovidas por mulheres. Formação que permita que as mulheres participem nos processos de decisão.
Consultoria – Apoio à consolidação do plano de negócios e sua adaptação à realidade empresarial. Este módulo é apenas acessível às mulheres que tendo frequentado as acções de formação optaram pela formação do seu próprio negócio. Este serviço tem a duração de um máximo de 80horas por cada empresa.
Financiamento – Apoio para as formandas que vejam o seu plano de negócios aprovado pelo IFDP beneficiam de um apoio no valor de 12 x IAS (indexante dos apoios sociais).

Dado o contexto internacional e a conjectura social o IFDP dá preferência a projectos no âmbito dos sectores tecnológico e científico. É dada especial importância às empresas que se constituam nas áreas das novas tecnologias de informação e comunicação ou que visem sectores onde as mulheres se encontram sub-representadas.

O FAME pretende fomentar o empreendorismo junto da população feminina, aumentar e reforçar a qualidade da sua participação no mercado de trabalho para que a mulher alcance um lugar mais equilibrado e participativo na sociedade nacional e internacional. Apostar no empreendedorismo feminino e na intervenção das mulheres em todas as áreas do sector empresarial é uma forma de apoiar e promover a igualdade de oportunidades, a formação qualificada e o desenvolvimento de uma rede de cooperação e informação. 

Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Investir em Moçambique


O LIDE Portugal anuncia o apoio à criação do LIDE em Moçambique. Este é um passo importante para a consolidação da relação empresarial entre os dois países, tal como já aconteceu com Angola que provou ser um investimento de sucesso. Formalmente criada no presente mês, a LIDE Moçambique conta com o núcleo empresarial de topo do país e o total apoio do LIDE Internacional.


O LIDE Portugal é uma organização privada de Líderes Empresariais que tem como principal fundamento fortalecer o pensamento, o relacionamento e os princípios éticos da governação corporativa. O Grupo conta com líderes de empresas nacionais e internacionais e tem como missão a promoção e a integração entre as empresas, as organizações e as entidades privadas. O diálogo entre estes três sectores é fomentado pelo incentivo à realização de debates, fóruns de negócios e iniciativas de apoio à responsabilidade social e à sustentabilidade.

O LIDE Portugal visa contribuir para que Portugal se transforme num país economicamente mais competitivo mas onde não se esqueça a solidariedade e a justiça social. O trabalho por um Estado democrático e politicamente forte é elaborado através da reunião de líderes empresariais empenhados em seguir o mesmo rumo e a promover o relacionamento interpessoal e interempresarial sem abandonar o exercício da cidadania corporativa.

O LIDE Portugal luta ainda pela inserção de Portugal na economia Internacional através da criação de redes de contactos com o Argentina, Angola, Brasil, Chile, China e Itália. Este grupo aposto no intercâmbio de sinergias para:
"
  1. Incentivar e promover as relações empresariais;
  2. Discutir temas económicos e políticos de interesse nacional;
  3. Fortalecer a governação corporativa;
  4. Defender a ética, os princípios democráticos e a eficiência de gestão nos sectores público e privado;
  5. Promover, actualizar e aperfeiçoar o conhecimento empresarial;
  6. Sensibilizar o sector privado para programas comunitários, com prioridade para educação e formação profissional;
  7. Estimular o respeito pelo meio ambiente."

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mulheres e Empreendedoras


A APME (Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias) nasce em Agosto de 1985 e é desde 1995 uma Associação sem fins lucrativos e de Utilidade Pública. Com sede em Lisboa, esta associação que garante presença em todo o território nacional, tem como principal fim a divulgação do trabalho das Empresárias e das Empreendedoras Portuguesas tanto a nível nacional como no estrangeiro.
A sua acção na vida pública passa por afirmar a sua imagem e peso institucional perante as diversas entidades públicas e privadas em território nacional e no estrangeiro. Uma das grandes vitórias da APME foi ter contribuído activamente para a introdução de uma recolha estatística e analítica, junto de entidades como o MEE- Ministério da Economia e Emprego, IAPMEI, ICEP, INE, entre outros, com base no género dos inquiridos e apenas ao nível do mercado português.

A APME é filiada na FMEPP (Federação das Mulheres Empresárias e Profissionais de Portugal), consequentemente na BPW (Business and Professional Women) que é entidade que a nível mundial congrega as Federações de Mulheres Empresárias e Profissionais de mais de 120 países dos 5 continentes. A associação é ainda uma das entidades que faz parte do Conselho Consultivo da CIG (Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género).


Em 1998 a APME torna-se membro efectivo da FIDE (Federação Ibero-Americana de Mulheres Empresárias) e em 1999 assume a Presidência e a Secretaria-geral da FAME (Federação das Associações de Mulheres Empreendedoras da CPLP), dando mais um passo na relação comercial com os países Africanos Lusófonos. Membro da FEM (Femmes Européennes Moyennes et Petites Entreprises) desde 1999 é eleita em 2002 para integrar o seu Conselhor Consultivo. A FEM faz parte da UEAPME (Union Européenne des Associations des Petites Moyennes Entreprises), que é a mais forte representação empresarial a nível da União Europeia.

A actual direcção da APME, pela primeira vez, abraçou um modelo de gestão que elimina a figura do presidente e promove o trabalho em equipa. Neste sentido elegeu uma equipa para a gestão dos seus órgãos sociais.

A Associação que tem como principais objectivos o apoio ao co-empresariado, à criação de novas empresas, empresárias e do próprio emprego, pretende contribuir positivamente para o crescimento do exercício do poder político e económico das mulheres. Neste sentido promove acções de formação contínua, parcerias com diversas associações, apoia e fomenta a consolidação e o desenvolvimento das MPE’s (Micro e Pequenas empresas) em simultâneo com a promoção do trabalho da APME e das suas associadas junto do mercado.


A APME aposta na formação, consultoria, informação e suporte técnico das empreendedoras e empresárias. Especialmente direcionada para o sector das MPE’s, onde a presença do empreendedorismo feminino é mais forte, a APME aposta no reforço do papel da mulher na economia, política, cultura e sector social para a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável do país. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

IMPULSO JOVEM: Iniciativa à Empregabilidade Jovem e de apoio às PME



Com os números do desemprego jovem a crescer o Governo decide lançar um apoio extraordinário à empregabilidade jovem e às PMEs.

A medida tem quatro eixos fundamentais de incidência:

1. Passaporte-Emprego: Programa de Estágios para Jovens
Apoio aos jovens desempregados com qualificação para que desenvolvam aptidões e competências em contexto de trabalho. Privilegia três sectores: PMEs, Economia Social e Internacionalização.

2. Orientação, Formação e Qualificação:
Procura promover o ensino e a formação profissional especialmente nos sectores considerados deficitários. Destina-se a jovens que não tenham a escolaridade obrigatória, jovens com habilitações escolares mas sem qualificação profissional ou jovens que possuam habilitações e formação escolares e pretendam criar o seu próprio emprego.

3. Empreendedorismo:
Apoio ao empreendedorismo jovens com especial valorização no sector da Agricultura, Projectos de base Regional, Projectos que apostem na Inovação ou na Economia Social.

4. Internacionalização:
Apoio e aposta em medidas que, no quadro da União Europeia e Resto do Mundo, promovam a internacionalização académica e empresarial.

Apoio às PMEs
A medida Impulso Jovem prevê três linhas de acção no auxílio às PMEs, a saber:

1. Aceleração dos processos burocráticos, simplificação ao acesso dos apoios previstos no QREN, mais eficiência nas infraestruturas de apoio às empresas;
2. Criação do fundo de revitalização para PMEs com o apoio do Fundo Europeu de Investimento (FEI), acesso a linhas de crédito dentro do quadro do Banco Europeu de Investimento (BEI) e a fundos de capital de risco com base regional, aposta no reforço dos instrumentos que o QREN disponibiliza ao nível da engenharia financeira;
3. Aposta na iniciativa privada jovem com especial incidência nas regiões de baixa densidade. Promoção do reforço dos sistemas de incentivos previstos no QREN, com especial atenção ao emprego jovem, desenvolvimento de incentivos de apoio local a microempresas, valorização do investimento empresarial em áreas de baixa densidade e da revitalização económica das cidades.

Esta iniciativa conta com 344 milhões de euros e abrangerá 90 mil jovens.


Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Enquadramento Fiscal e Benefícios Fiscais em Moçambique


Se está a pensar Constituir uma empresa em Moçambique, é importante estar bem a par do enquadramento fiscal, especialmente os Benefícios Fiscais concedidos por Moçambique, especialmente para o investimento estrangeiro. 

O Mercado Moçambicano tem vindo a acrescer muito e a banca de Moçambique tem apoiado a dinamização dos financiamentos para investimentos empresariais. é também cada vez mais fácil constituir uma empresa em Moçambique. 

Benefícios Fiscais para o investimento em Moçambique:

  • Isenção de direitos aduaneiros e do IVA sobre os bens de equipamento destinados exclusivamente à implementação e arranque da exploração do projecto, constantes da classe K, da Pauta Aduaneira;  A Classe “K” é o código convencional que especifica o bem como de capital nomeadamente: Ferramentas, artefactos de cutelaria e talheres e suas partes, de metais comuns; veículos automóveis, tractores ciclos e outros veículos terrestres, suas partes e acessórios, entre outros.
  • O CFI - Crédito Fiscal por Investimento (em sede do IRPC  - ImpostoSobre Rendimento de Pessoas Colectivas) de 5% do total de investimento realizado na cidade de Maputo;
  • Amortização acelerada dos imóveis novos, utilizados na prossecução do empreendimento, que consiste em incremento em 50% das taxas normais;
  • Dedução à matéria colectável para efeitos de cálculo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas até ao limite máximo de 5% da matéria colectável, sobre o investimento realizado com a formação profissional de trabalhadores moçambicanos, durante os primeiros 5 anos a contar da data do início da actividade;
  • Dedução à matéria colectável para efeitos de cálculo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas até ao limite máximo de 110 % se realizados na cidade de Maputo e 120% nas restantes províncias dos valores dispendidos com todas as despesas que realizem na construção e na reabilitação de obras consideradas de utilidade pública pelas entidades


Estatuto dos Benefícios Fiscais moçambicanos:

Os projectos de investimento directo efectuados por empresas portuguesas no estrangeiro, de montante igual ou superior a 250.000€ (projecto em questão apresenta um investimento inicial de 250.000€ (70% em financiamento bancário e 30% C.P.), que demonstrem interesse estratégico para a internacionalização da economia portuguesa, podem beneficiar de incentivos fiscais, em regime contratual, com período de vigência até 5 anos, a conceder nos termos e condições e procedimentos definidos em regulamentação própria: Crédito fiscal utilizável em IRC, compreendido entre 10% e 20% das aplicações relevantes, a deduzir ao montante apurado na alínea a) do nº1 do artigo 83º do Código do IRC; Eliminação da dupla tributação económica quando o investimento seja efectuado sob a forma de constituição ou aquisição de sociedades estrangeiras.

Consulte ainda as características do mercado de Moçambique e entre em contacto connosco se quer constituír um negócio em Moçambique.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Funcionamento da banca em Moçambique

Depois de abordarmos as características do Mercado de Moçambique, como constituir uma empresa em Moçabique e o respectivo enquadramento fiscal, abordamos o sistema bancário. 

Os principais bancos a operar em Moçambique, são por ordem de dimensão:


Esta é a lista dos bancos a funcionar em Moçambique, podendo haver no entanto bancos sul africanos a intervir neste mercado. 

Abaixo, tabela dos respectivos volumes de negócios da banca moçambicana.
banca moçambicana
Os bancos moçambicanos encontram-se bem capitalizados na generalidade e alguns deles têm ligações à banca portuguesa como é o caso do BIM que está ligado ao grupo MillenniumBCP e o BCI ligado ao BPI e o Moza Banco ligado ao Grupo Espírito Santo.

Para investimentos portugueses em Moçambique e constituição de empresas em Moçambique por portugueses, existe o apoio da SOFID - Investimoz e do Fundo de Apoio ao Investimento em Moçambique. A SOFID pode apoiar o investimento em Moçambique de diferentes formas dependendo do projecto, podendo ir desde a prestação de garantias de bom pagamento (prestar garantia de autónoma junto do banco financiador em Moçambique) ao financiamento directo da empresa ou participação no capital da empresa. 

Para apresentação de projectos é sempre imperativa a apresentação do Plano de Negócios e Projectos de Investimento. 
Consulte-nos para obter todo o apoio necessário apoio. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Linha de Crédito Açores Investe II



Esta linha de crédito bonificado, disponível apenas para empresas com sede na Região Autónoma dos Açores e cuja actividade principal não esteja relacionada com a produção primária de produtos agrícolas, dispõe de 40 milhões de euros para reforçar o apoio às empresas. O principal objectivo desta iniciativa é reforçar o fundo de maneio dos capitais permanentes e dos novos investimentos em capitais fixos, sejam eles corpóreos ou incorpóreas, destas empresas.

Este programa permite, a título excepcional, o concurso de empresas que tenham dívidas, desde que a contraídas 3 meses antes da atribuição do apoio, junto da Administração Fiscal e da Segurança Social. As empresas vão poder utilizar o montante correspondente a 50% do valor do financiamento para regularizar as suas dívidas ao Estado.

Esta linha de apoio tem protocolo com as seguintes entidades bancárias: BPI, BCP, BES/Açores, BANIF, Barclays Bank, Santander, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo dos Açores, Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo, Caixa Económica Montepio Geral e Caixa Geral de Depósitos.

Limite de financiamento:

Micro empresas – até 25.000,00€
Pequenas empresas – até 50.000,00€
Outras empresas – até 300.000,00€

As micro e as pequenas empresas podem solicitar um financiamento superior ao estipulado, desde que não ultrapasse os 300.000€.

Prazo de empréstimo:

Micro empresas – até 5 anos
Pequenas empresas – até 5 anos
Outras empresas – até 8 anos

Prazo de carência do empréstimo:

Micro empresas – até 12 meses
Pequenas empresas – até 12 meses
Outras empresas – até 18 meses

Bonificação atribuída pelo Governo Regional:

Micro empresas – Spread + 0,25%
Pequenas empresas – Spread + 0,25%
Outras empresas – Spread

Condições de Financiamento: Carência de capital até 12 meses para todas as empresas.

Garantia:

Micro empresas – Garantia de 75% do capital em dívida
Pequenas empresas – Garantia de 75% do capital em dívida
Outras empresas – Garantia de 60% do capital em dívida

As candidaturas a esta linha de crédito estão abertas até ao dia 13 de Julho de 2012.

Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.



Constituição de empresa em Moçambique


Em Moçambique há oportunidades em quase todos os sectores de actividade, estando este território pronto para receber todos os que queiram investir e ajudar a dinamizar e consolidar a sua economia. O mercado de Moçambique estará segundo as previsões a crescer acima da média nos proximos anos.

É importante ter em conta alguns aspectos para a constituição da empresa em Moçambique e para realizar investimentos aqui. 

Para o investidor realizar um investimento e iniciar um negócio em Moçambique, deve ter presente a delimitação fiscal para poder operar em território estrangeiro, em Moçambique, no qual Portugal apresenta-se como o 2º maior investidor estrangeiro. O investimento está mais atractivo, uma vez que o Governo de Moçambique simplificou o processo de constituição de empresas, nomeadamente o facto do Ministério da Indústria e Comércio ter simplificado os processos para registar e abrir uma empresa, bem como para obter licenças, o Ministério das Finanças ter simplificado o seu pagamento e o Ministério do Trabalho ter implementado uma nova lei de trabalho que dá quota automática para contratar mão-de-obra estrangeira e melhorar o sistema da compensação quando se procede à demissão de um trabalhador.

Maputo é a província com mais investimento estrangeiro aprovado pelo CPI - Centro de Promoção de Investimento, sendo o montante mínimo de investimento Mt 2.500.000 (70.000€). Após apresentação de uma proposta de investimento ao Centro de Promoção de Investimentos - CPI e registo de uma empresa em Moçambique e a operar a partir do território moçambicano, o investidor estrangeiro (pessoa singular ou colectiva) beneficia de garantias e incentivos, nomeadamente a Segurança e protecção dos direitos de propriedade, inexistência de restrições a empréstimos estrangeiros e respectivo reembolso, repatriamento de dividendos, liberalização bancária e de taxas de câmbio. 

O investidor deve ter em consideração, aquando da constituição da empresa em Moçambique ou quando iniciar o negócio, a seguinte legislação relativa a investimento estrangeiro: Lei de Investimentos – Lei n.º 3/93, de 24 de Junho Regulamento da Lei de Investimentos – Decreto n.º 14/93, de 21 de Julho Código dos Benefícios Fiscais – Lei n.º 4/2009, de 12 de Janeiro Acordos sobre a Promoção e Protecção Recíproca de Investimentos entre a República de Moçambique e os Países seguintes: República da África do Sul; República de Portugal; República Socialista do Vietname, Lei Cambial, que regula os actos, negócios, transacções e operações de toda a índole – Lei n.º 11/2009, de 11 de Março Regulamento da Lei Cambial – Aviso n.º 05/GGBM/96, Lei de Bases do Sistema Tributário – Lei n.º 15/2002, de 26 de Junho Lei do Ordenamento Jurídico Tributário – Lei n.º 2/2006, de 22 de Março Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares – Lei n.º 33/2007, de 31 de Dezembro Regulamento do CIRPS – Decreto n.º 8/2008, de 16 de Abril Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas – Lei n.º 34/2007, de 31 de Dezembro Regulamento do CIRPC – Decreto n.º 9/2008, de 16 de Abril
empresa moçambique
Zona de Praias de Maputo
O investidor estrangeiro pode requerer um DUAT – Direito de Uso e Aproveitamento da Terra, o direito que as pessoas singulares ou colectivas e as comunidades locais adquirem sobre a terra. Em Moçambique a terra é propriedade do Estado e não pode ser vendida, alienada, hipotecada ou penhorada. No entanto, desde que tenha um projecto de investimento aprovado pode adquirir o DUAT por pedido de autorização ao Estado e registado.
Consulte-nos em www.uptostart.com para obter mais informações.

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