Portugal Start-Up

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A tabela Modelo de Negócio



O Modelo de Negócio de uma empresa é tradicionalmente a forma como a empresa se relaciona com os seus stakeholders e a forma como acrescenta valor para estes. O Modelo de Negócio ajuda a estruturar a forma como a empresa funciona, quais os métodos produtivos, como, quando e onde. 


O Modelo de Negócio deve de abordar:


a) A "Proposta de Valor" e quais os elementos diferenciadores do negócio;
b) A relação com os clientes;
c) Modelo operacional;
d) Estratégia Interna;
f) Modelo económico e financeiro;


Alexander Osterwalder veio introduzir uma nova forma de desenhar o modelo de negócio, tornando para a empresa e seu intervenientes este sistema muito mais claro. A Tabela Modelo de Negócio ou Business Model Canvas vem trazer para o papel o Modelo de Negócio da empresa de uma forma muito intuitiva.

Modelo de Negócio do Youtube.


O Modelo de Negócio é neste caso um gráfico visual com elementos que descrevem a proposição de valores da empresa, infra-estrutura, finanças e clientes. Ajuda a empresa a alinhar suas atividades, ilustrando ps trade-offs que podem existir.
A lona Modelo de Negócios foi inicialmente proposto por Alexander Osterwalder com base no seu trabalho anterior em Ontologia Modelo de Negócios.

Tabela de Modelo de Negócio.
Entre em contacto connosco ou através da Up to Start caso pretenda receber mais informações e receber uma versão em PDF pronta para preencher. Veja mais em www.uptostart.com.


Nota: Alguns direitos reservados a Alexander Osterwalder e Business Model Achemist.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Linha de Financiamento PME Crescimento - Condições específicas



Apresentamos abaixo as condições gerais da linha PME Crescimento que entre em vigor a partir do dia 16 de Janeiro de 2012 e encontra-se protocolada com os bancos BPI, BES, MillenniumBCP, CGD, Barclays, Santander, Montepio, Crédito Agrícola, Banif, Banco Popular, BPN e BBVA.


Contacte-nos para candidatar a sua empresa a esta linha ou a outras. 



Leia também: Oito Incentivos para a sua empresa



A linha PME Crescimento possui um montante global de 1 500 Milhões de Euros, dos quais 250 destinados a MPE's e 1 250 para as restantes PME's e empresas exportadoras. 

As condições gerais de acesso são:
- Ser PME Certificada pelo IAPMEI (certificação electrónica);
- Sede em Portugal;
- CAE da actividade enquadrado (consulte-nos para saber se o CAE da sua empresa é enquadrável);
- Sem incidentes por resolver na banca;
- Não dívida às Finanças e Segurança Social;


Condições específicas do PME Crescimento linha MPE's:
- MPE certificada pelo IAPMEI e Volume de Negócios inferior a 10 Milhões;
- Situação liquida positiva e resultados positivos em 2 dos últimos 4 exercícios;
- Manutenção do volume de emprego durante a vigência do financiamento;
Montante máximo de financiamento para MPE's é de €25 000 para micro empresas e €50 000 para pequenas empresas respectivamente. 


Condições específicas do PME Crescimento linha GERAL:
- Certificação electrónica IAPMEI;
- Situação liquida positiva (não estar em falência técnica) no último ano;
Financiamento máximo de € 1 000 000 por empresa.


Condições específicas do PME Crescimento linha EXPORTADORAS:
- Certificação electrónica IAPMEI;
- Não integrar grupos empresarias cuja facturação consolidade exceda 75 Milhões de Euros;
- Exportação de pelo menos 10% do Volume de negócios com um mínimo de 150 mil Euros (é possível validar este valor através da IES da empresa);
- Os bens devem ser produzidos em Portugal;
- Situação liquida positiva;
Financiamento máximo de € 1 500 000 por empresa. 


Não esquecer que seja qual for a dimensão e linha a que a empresa concorre, todas as operações de financiamento são analizadas no que toca à capacidade económica e financeira da empresa fazer face ao endividamento a que se propõe.


Operações elegíveis:
- Financiamento de Activos Fixos Tangíveis e Intangíveis;
- Financiamento de Fundo de Maneio para a actividade da empresa;
- A linha refere que 30% pode ser utilizado para pagar dívidas ao Fisco e Segurança Social mas na prática nunca são aprovados financiamentos para empresas em tais condições;


Prazos e carências das operações:
- Linha PME's o prazo vai até 4 anos e carência de 6 meses;
- Linha geral o prazo vai até 6 anos e a carência até 12 meses;


A taxa de juro corresponde a Euribor 3M + Spread. Os Spreads globais (banco + SGM) da linha PME Crescimento são:
- MPE's: 5%
- PME Líder: 4.813%
- Escalão A: 5%
- Escalão B: 5,125%
- Escalão C: 5,375%
Consulte-nos para saber a que escalão de risco corresponde a sua empresa. 


Os apoios e incentivos concedidos na PME Crescimento correspondem a:
- Bonificação da taxa de juro através do FINOVA;
- Intervenção da garantia Mútua, que concede garantia de 75% para MPE's e 50% para a linha geral.


O cúmolo de operação é possível desde que apresentadas em bancos diferentes;


O Processo de decisão da PME Crescimento decorre no seguinte circuíto:


A Empresa (ou consultora) apresenta candidatura e documentos necessários nos bancos protocolados.
Após a aprovação do banco, ente envia a proposta à SGM que tem que comunicar a decisão de aprovação me menos de 15 dias úteis;
Após aprovação e enquadramento das condições pela SGL (PME Investimentos), o banco e a empresa t~em 60 dias (prorrogáveis por 20 dias) para contratar o financiamento;
Após a validação contratual, a SGM envia a garantia para o banco e o banco disponibiliza os fundos.
As candidatuas à PME Crescimento têm início a 16 de Janeiro de 2012.



Outras condições:
- O banco ou a SGM podem exigir outras garantias no âmbito do financiamento;
- Na fase da contratação do financiamento a empresa deve adquirir 2% do valor da garantia mútua em acções da SGM (designado de adesão ao mutualismo).
- A linha isenta de custos e comissões bancárias;
-Empresas beneficiárias das linhas Crédito PME Investe I, II, III, IV, V, VI e VI podem usufruir da linha PME Crescimento;
- A proposta de financiamento em que ser acompanhada de um formulário de candidatura e por vezes por um plano de negóciosentre outros elementos (R&C, IES, entre outros documentos da actividade da empresa). 

Consulte também outras linhas de financiamento em vigor. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Linha de Financiamento PME Crescimento



A linha PME Crescimento é a linha de financiamento bonificado que sucede à linha Pme Investe VI Aditamento.
A nova linha de financiamento possui uma dotação total de1.500 milhões de euros e tem como objectivo apoiar a maioria das PME´s desde que certificadas PME pelo IAPMEI.

De acordo com Álvaro Santos Pereira, a nova linha de financiamento apresenta algumas características iguais às linhas anteriores.

A PME Crescimento entra em vigor a partir de 16 de Janeiro e poderá ser proposta na maioria dos bancos portugueses.

A dotação de 1.500 milhões de euros está repartida da seguinte forma:
- 250 milhões de euros destinados a Micro e Pequenas empresas (MPE’s);
- 500 milhões de euros para empresas exportadoras (o Volume de Negócios mínimo para exportação deverá ser de 10%);
- 750 milhões de euros para a generalidade das empresas PME.

À semelhança das linhas PME Investe anteriores, todas as proposta de financiamento são sujeitas à análise do Banco e das Sociedades de Garantia Mútua (Lisgarante, Garval e Norgarante) que presta a garantia de bom pagamento. À partida, a bonificação é feita pelo FINOVA - Fundo de Apoio ao Financiamento à Inovação e a entidade gestora da linha é a PME Investimentos (QREN). 

PME Crescimento - Financiamento para Investir na sua empresa.
O financiamento máximo por empresa da linha PME Crescimento é o que se segue e não é comulativo com linhas anteriores:
- 25 mil euros para Micro empresas (é Micro empresa a empresa com menos de 10 trabalhadores e Volume de Negócios inferior a 2 Milhões de Euros);
- 50 mil euros para Pequenas empresas (é Pequena empresa a empresa com menos de 50 trabalhadores e Volume de Negócios inferior a 10 Milhões de Euros);
- Até 1.5 Milhões para as restantes PME.

Os spreads a aplicar podem variar de 4.813% a 5.375%.

Vai também haver reforço das Linhas de Seguros de Garantias à Exportação. 

Verifique as outras linhas de financiamento existentes e consulte-nos para saber como concorrer. A Up to Start pode apoiar o seu projecto ou empresa nestas tipologias de financiamento.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Associação Portuguesa de Micro Business Angels


O projecto da associação de Micro Business Angels ainda não avançou por questões legais: uma vez que se trata de angariação de Capitais Próprios num mercado de Angels mais alargado, estas operações podem confundir-se com uma OPV - Oferta Pública de Venda, sendo que neste caso entra na esfera da CMVM e é regulado pelo Código dos Valores Mobiliários. Fica a ideia pendente de uma alteração legal.

Objectivo

O Objectivo da APMBA é abrir o mercado dos Business Angels e facilitar o financiamento dos Capitais Próprios de Micro e Pequenos projectos de empreendedores.
Verifica-se cada vez mais uma maior necessidade dos Projectos e Empresas financiarem-se com Capitais Próprios pelos seguintes motivos:
- Reduzida capacidade de financiamento da banca;
- Bancos exigem Autonomias Financeiras dos projectos superiores, sendo que por vezes os empreendedores não conseguem responder às exigências de Capitais Próprios;
- Bancos exigem na presente conjuntura garantias reais que por vezes não são realizáveis;
- Tendo em conta a conjuntura e a realidade da economia futura, os apoios e intervenção do Estado para criação de empresas e projectos pode ser inferior nomeadamente:
                - Redução dos apoios ao nível do QREN;
                - Redução ou extinção das linhas bonificadas PME Investe;
                - Mudança do funcioamento das Sociedades de Garantia Mútua;
                - Alteração do funcioamento de outras linhas nomeadamente FINICIA, PAECPE, etc.
- Existem empresas viáveis com capacidade de endividamento estrangulada pela facilidade com que recorreram a financiamentos PME Investe;
- Tendência mundial do “Capitalismo Social” nomeadamente o crescente aparecimento de Plataformas de Crowdfunding (já existem 3 em Portugal) e aparecimento a nível europeu de Bancos Éticos e de apoio ao Microcrédito;
- O desemprego e falta de alternativas de emprego incentiva o empreendedorismo e a criação do próprio emprego, envolvendo os promotores em projectos de reduzida dimensão;
- Esta seria uma opção que permitiria o financiamento por parte dos micro Business Angels de negócios como pequenos negócios e franchisings.

Esta podia ser a sua Business Angel

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Franquias de Sucesso - Ilico obras

O franchising Illico Obras introduz no mercado Português o inovador conceito de mediação de obras. Este conceito consiste em procurar empresas de construção que respondam aos parâmetros de qualidade impostos pelo franchising e propor os serviços dessas empresas ao público, através de uma rede de lojas.
A ideia foi importada de França por Camilo Costa, um dos sócios da Master Sales -Consultoria e Serviços, Lda, empresa que detém a marca em Portugal e que é responsável pela sua expansão no nosso país.
As conclusões do estudo “Quais as franquias de amanhã? Da reflexão à acção” publicado pela Caisse d’Epargne revelam que a mediação de obras é um dos sectores emergentes com maior potencial de desenvolvimento e no qual vale a pena investir. Mais concretamente, o jornal francês Le Figaro aponta a Illico Obras como uma marca “prometedora” e com “um belo futuro no serviço a particulares”.
O desenvolvimento do franchising em Portugal iniciou-se em Janeiro de 2009 e neste primeiro ano consolidou-se a abertura de 10 lojas. A Illico Obras, pretende explorar o mercado da construção e remodelação ocupado pelas empresas com menos de 9 trabalhadores, e que representa um volume de negócios na ordem dos 10.000M€. O objectivo da rede consiste da conquista de uma quota de 10% desse mercado até 2015, que representa em 1.000M€ e respectivamente 150 M€ de comissões.
Em França, o franchising iniciou-se em 2002 e actualmente conta com uma de rede de mais de 160 lojas, tendo apresentado em 2008 um volume de negócios de 70.000.000€.
Esteja também sempre atento à estratégia do negócio.


Um franchisado Illico Obras beneficia: 


· da utilização de uma marca de qualidade e com grande potencial de crescimento que se impõe no nosso país;
· de exclusividade geográfica na área de implantação da sua loja;
· de formação contínua proporcionada pelo master, para transmissão e desenvolvimento dos conhecimentos e técnicas necessários para o seu sucesso;
· de economias de escala, nomeadamente, no que respeita ao acesso a empresas parceiras da rede;
· de publicidade a nível nacional na imprensa nacional, televisão, internet, número azul… que se traduz num muito mais elevado reconhecimento da marca, por comparação com acções publicitárias de âmbito exclusivamente local;
· das sinergias naturalmente resultantes de uma rede, nomeadamente na contratação de negócios em parceria.
O sector alvo da Illico Obras, é composto pelos particulares e pequenas empresas que pretendam efectuar obras nas suas casas e instalações. É este mercado o mais afectado pela dispersão de serviços que se verifica nas actividade relacionadas com a construção civil e serão, portanto, estes agentes os que mais beneficiam da existência de um único interlocutor que os coloque em contacto com profissionais aptos para a realização dos trabalhos, e com garantia de qualidade de serviço.


Este conceito de franchising apresenta vantagens para o cliente mas também para as empresas e profissionais da construção que actuem em parceira com a Illico Obras: O cliente não perde tempo na procura de operadores das várias especialidades para efectuar uma simples obra e obtém ainda a garantia de um serviço de qualidade, assegurado pela Illico e pela sua rede de parceiros, que respondem a elevados critérios de selecção.
Aos profissionais do ramo é permitida a concentração das suas energias nas actividades core da empresa, não colocando em risco o seu volume de negócios, uma vez que o franchisado Illico se ocupará de desenvolver uma actividade comercial que traga frutos para ambos.


Os direitos de entrada neste franchising ascendem a € 23 000.00.


Todo o investimento pode alcançar os € 50 000 caso seja necessário adquirir mais equipamentos para o desenvolvimento da actividade, pelo que  será necessária a sua realização na fase de arranque do projecto: os direitos de entrada; o equipamento informático necessário para a gestão administrativa do negócio, a vários níveis, e como meio de contacto com os clientes; e a viatura para deslocações no âmbito do estabelecimento de contactos tanto com empreiteiros e construtores como com clientes. Um eventual montante referente a obras numa possível loja. Não esquecer ainda o fundo de maneio necessário para os primeiros meses de actividade e de forma a fazer face aos prazos de pagamento e recebimento Clique aqui para obter informações sobre opções de financiamento.

O mercado da TDT - Televisão Digital Terrestre



Recentemente a Televisão Digital Terrestre (TDT) voltou a ser notícia em Portugal. A TDT é uma nova tecnologia de teledifusão terrestre (através de antenas) em sinal digital e que deve substituir, em 2012, a actual transmissão tradicional, ou seja, a teledifusão analógica terrestre. É necessário aos utilizadores possuirem receptores. No mesmo caminho que os outros países europeus, Portugal procura um modelo que permita a viabilidade económica da TDT. Todos os países da União Europeia devem estar a operar através da TDT até 2012. Verifica-se que Portugal está bastante atrasado quando comparamos com o Reino-Unido, a operar desde 1998, Espanha e Suécia desde 1999, tendo nestes países os descodificadores sido financiados e os outros países europeus que neste período têm vindo a lançar os seus sistemas. O Brasil iniciou as suas emissões em finais de 2007 após um longo processo de análise e discussão de questões tecnológicas e estratégicas, sendo que os receptores foram financiados. A TDT apresenta-se como um modelo que será concorrente da televisão por cabo e da televisão por satélite.
A TDT vai possibilitar um maior número de canais, ainda com a possibilidade de inclusão de canais regionais, e uma qualidade de som e imagem da emissão muito superior à actual. Ir-se-á assistir a uma convergência entre diversos meios de comunicação electrónicos, entre eles o telefone fixo e móvel, a transmissão de dados e o acesso à Internet. A integração com redes móveis 3G vai tornar-se mais fácil permitindo a utilização da TDT nas redes de telemóveis.


Em termos tecnológicos, na Europa adoptou-se o formato DVB (Digital Video Broadcasting) que em conjunto com o MPH (Multimedia Home Platform), software disponível na unidade receptora do utilizador, e o RCT (Return Channel Terrestrial), canal exclusivo para retorno de informações, vão permitir um conjunto de novas facilidades que convém saber explorar. Haverá novas possibilidades de disponibilização de informação adicional sobre os programas, começando com o EPG (Electronic Programming Guide). Prevendo-se, contudo, uma evolução significativa quanto aos conteúdos para facilitar a viabilidade económica do sistema. Além disso, as características do sistema vão permitir às pessoas com necessidades especiais um acesso facilitado. Estas novas funcionalidades podem servir de alavanca para a aceitabilidade da TDT, através de uma contribuição para a superação do problema da exclusão social na sociedade da informação, elevação do nível cultural e educacional da sociedade com serviços educativos à medida, abertura para novas aplicações no futuro e uma maior interactividade em programas de televisão. Algumas destas vantagens começam a ser exploradas já noutros países.


A entidade fornecedora dos conteúdos deverá incluir informação adicional que descreva o conteúdo dos programas para que o utilizador tenha informação disponível para definir e escolher o que pretende visualizar ou aceder. A passagem da tecnologia analógica, actual, para a digital, vai permitir o aparecimento de novos meios de veiculação de informação, por parte do fornecedor de conteúdos, que facilitará o aparecimento de novas aplicações, do lado do utilizador, que lhe permita definir, entre outros, um conjunto de perfis que reflictam o que pretende visualizar ou gravar para posterior visualização.
A juntar ao desenvolvimento futuro da TDT tem-se actualmente a Mobile TV, cuja  penetração e aceitabilidade vão depender das facilidades de acesso disponibilizadas. A versão actual que permite uma utilização apenas com base na escolha do programa com base em informação cronológica é limitada, principalmente numa situação em que o custo e a qualidade de visualização dependem da utilização da largura de banda. É novamente uma área onde a possibilidade do utilizador definir o seu perfil de interesses, neste caso no lado do servidor, vai-lhe permitir visualizar apenas o que pretende, minimizando a utilização da rede de comunicações, tornando o serviço mais eficiente, diminuindo o custo para o utilizador e aumentando o nível de aceitabilidade por parte dos utilizadores.
Concluindo, verifica-se que para estas novas formas de comunicação se torna necessário aceder à informação

Franchisings de Sucesso - Prink

Apresentação do Franchising Prink

 Actividade: CAE 47410 V. 3.0 Comércio a retalho de computadores, unidades periféricas e programas informáticos, em estabelecimentos especializados

O mercado de consumíveis para impressoras, faxes, fotocopiadoras e plotters é o mais rico de toda a informática. O número de páginas impressas regista todos os anos um crescimento enorme. Fenómenos como a fotografia digital, a pesquisa por internet, o correio electrónico, etc, faz com que a impressão sofra um grande aumento, quer em casa quer nos escritórios. Os clientes das lojas Prink podem ser caracterizados da seguinte forma: consumidores finais (particulares) e PME´s. Dentro das PME´s na maioria são empresas de serviços: contabilistas, advogados, agências de viagens, imobiliárias, entre outras. Como principal concorrente têm a Staples Office Center, mas a empresa não a considera uma ameaça visto a Staples ser mais generalista e com pessoal pouco qualificado nesta área onde o Franchising PRINK se insere.


Actualmente já existem cerca de 30 lojas franchisadas PRINK distribuídas pelo território nacional e mais de 500 lojas em toda a Europa. Alguns franchisados nacionais chegam a ter mais do que uma loja aberta, existem mesmo franchisados que têm mais do que uma loja.

O investimento total neste negócio de franchising pode ascender a um valor entre € 40 000.00 e € 50 000.00, já incluindo o valor dos Direitos de Ingresso. O Master da Prink instala parte dos equipamentos.
Tendo em conta que com a actual conjuntura a banca financia até 70% do valor do projecto, o promotor pode precisar de um valor até € 15 000.00 para iniciar o negócio. Trata-se desta forma de um franchising que pode adaptar-se muito bem a desempregados que pretendem criar o seu próprio emprego ao abrigo do PAECPE (Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego, com o apoio do IEFP), que inclui as linhas Invest + e Microinvest (esta última para financiamentos até €25 000.00). Pode no entanto ser elegível para outras opções de financiamento bancário. Contacte-nos para obter toda a orientação e consultoria necessária para o seu projecto. O enquadramento e pré-análise de viabilidade é gratuito: Up to Start - Consultoria e Projectos de Investimento.
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