Portugal Start-Up

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Moradas dos Supermercados e Imóveis Sampedro Supermercados Lda

Na sequência do nosso artigo sobre a Sampedro Supermercados, decidimos listar abaixo as moradas dos respectivos supermercados e armazéns (informação que se encontra disponível para o público em geral), sendo também do conhecimento geral que a empresa encontra-se em fase final de insolvência, devendo ser decidida a venda dos imóveis em leilão como é habitual. Nem todos os imóveis são detidos pela Sampedro Supermercados.



IMÓVEIS SAMPEDRO SUPERMERCADOS, LDA.


                                     MORADAS

ESCRITÓRIO:        Morada: Rua Padre Américo Monteiro Aguiar  Lote 3
            Serra da Luz   1675-210  Pontinha
                                   
ARMAZÉM:            Morada: Rua Padre Américo Monteiro Aguiar  Lote 3
            Serra da Luz   1675-210   Pontinha

LOJA 1:                    Morada: Av. São Pedro 23-B  1675-171  Pontinha
          
LOJA 2:                    Morada: Av. Bombeiros Voluntários 7-B  1675-108  Pontinha 

LOJA 3:                    Morada: Praceta do Comércio 3-A
                                   Quinta Grande  Alfragide   2720-111  Amadora        

LOJA 4:                    Morada: Rua João Santos  11 r/c  Arroja  2675-558 Odivelas

LOJA 5:                    Morada: Rua Vasco da Gama  38-A 
                                   Urbanização do Infantado  2670-394  Loures5 

LOJA 6:                    Morada: Rua José Nogueira Vaz Torre 6 loja
Quinta da Piedade  2685-082   Póvoa de Santa Iria

LOJA 7:                    Morada: Rua Vieira da Silva n.º 8  loja  Quinta Nova
                                   2675-216  Odivelas
                         
LOJA 8:                    Morada: Rua Fernando Namora Lote 25 Loja Zona 4
                                   Colinas do Cruzeiro  2675-487  Odivelas

Contacte-nos para mais informações.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

ABC do Empreendedorismo - Forças Motivadoras (Parte III)

Depois da Parte I e Parte II onde abordámos o que é o empreendedorismo e as definições académicas de empreendedorismo, falamos agora das forças motivadoras dos empreendedores... e suas para constituir a sua Start-up:

Empreendedorismo é:
• uma atitude - pensar ou sentir duma forma favorável ao empreendedorismo
• um comportamento - realizar um conjunto de actividades necessárias para elaborar um conceito e levá-lo até à sua implementação

E as dimensões subjacentes a esta atitude e comportamento, ou seja, o que uma pressoa precisa de ter:
• Inovação - procurar soluções para Problemas e Necessidades.
• Risk taking (assumir riscos) – Assumir riscos moderados e calculados no sentido de alocar recursos por vezes consideráveis para explorar oportunidades.
• Proacção – A proacção não é uma acção Isolada, mas sim um processo. Tudo fazer para levar um projecto ao seu bom termo (aceite, a funcionar e a dar retorno).

 Teoria Push – Pull
O empreendedor é empurrado pela atitude e pelo comportamento e puxado por uma promessa de sucesso. A promessa está na estrutura das compensações inseridas numa dada economia.

O empreendedorismo é função de:
• Atitudes e Comportamentos (que empurram o Empresário).
• Estrutura das Compensações inseridas numa dada Economia (que estimulam e puxam o Empresário).


Em Portugal, segundo Estudo do GEM – Global Entreprerneuship Monitor (2000), estes são dos principais entraves ao empreendedorismo e à criação de start-up's:
1. Existe dificuldade de acesso a recursos e financiamento e dificuldade de acesso à informação e aos recursos disponíveis.
2. O planeamento muda com a mudança dos governos, ou seja, falta estabilidade.
3. Existe insuficiente educação para o ensino do empreendedorismo e os métodos de ensino são ineficazes.
4. Atraso relativamente à qualidade e disponibilidade dos serviços profissionais e comerciais.




Temos como principais drives sociais dentro de um país, os factores acima mencionados. Estes, podem ou não motivar mais empreendedorismo e consequentemente mais empresas, mais riqueza, menos desemprego e mais concorrência.

Podemos adicionar aos pontos acima mencionados mais um muito importante: Inovação – A definição por dicionário de inovação é:
– Introdução de uma mudança, de uma novidade num dado domínio.
– Algo introduzido pela primeira vez.
– Aquilo que é novo. Estas definições são um tanto ambíguas pois as próprias palavras usadas na definição necessitam de definição.
– A melhor ideia será: Ideia original que é útil.
- As Start-up são normalmente muito mais ágeis.

Fique atento à nossa série de ABC do empreendedorismo! 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

ABC do Empreendedorismo - Definição de Empreendedorismo (Parte II)

Bem, no seguimento da Parte I onde abordámos o que é o empreendedorismo, falamos agora das definições de empreendedorismo do ponto de vista mais académico da gestão.


1814 – Jean Baptiste Say : afirma que empreendedor é acima de tudo um coordenador de recursos.
1725 – Richard Cantillon (economista): « Entreprenneur é alguém ou entidade que assume riscos. »
1949 – Ludwig von Mises : « Empreendedor é o tomador de Decisões.»Claro que a crítica obvia a esta afirmação é que esse é o papel dum gestor, não de um empreendedor.
1934 – Joseph Schumpeter: os empreendedores praticam a ‘criação destrutiva’ ou ‘destruição criativa’. É aquele que se desvia das práticas e regras estabelecidas; Constantemente procura a Oportunidade, para introduzir novos produtos e/ou novos processos e/ou invadir novos Mercados e/ou com novas formas Organizacionais.
1921 – Frank Knight: « O empreendedor tem que ter a capacidade de lidar com a incerteza.»
1871 – Carl Menger : « Empreendedor é aquele que antecipa necessidades futuras. »
2002 - William Baumol ( norte-americano) : « The free market innovation machine» Actividades Rent-seeking.
1982 – Mark Casson : « Empreendedor toma decisões criteriosas e coordena recursos escassos. »
1973 – Israel Kirsner: « Empresário é alguém que identifica e explora desequilíbrios existentes na Economia e está atento ao aparecimento de Oportunidades. » A crítica é que neste contexto o empreendedor apenas procura oportunidades, não criando os desequilíbrios, tal como Shumpeter afirmava.
1961 – Mc Clelland (sociólogo, norte-americano) : O empreendedor é alguém com necessidade de poder, sucesso e filiação.
1966 – J. B. Rotter (psicólogo, norte-americano) : Identifica Locus de Controlo (tomada de decisão da pessoa):
               • Externo: Tenta sempre passar a bola. Não há hipótese de progressão. Não aprende com os erros.
              • Interno: Assume as suas responsabilidades. «O Empreendedor manifesta Locus de Controlo Interno»
1985 – Sexton e Bowman (norte-americanos) : «O Empreendedor consegue ter uma grande tolerância à ambiguidade.»
1986 – Bandura : O Empreendedor procura a auto-eficácia: crença que o empreendedor tem que sozinho consegue mudar o mundo.

Ludwig von Mises

Fique atento aos proximos "ABC do Empreendedorismo".

sábado, 11 de fevereiro de 2012

ABC do Empreendedorismo (Parte I)

O Empreendedorismo... mas o que é o empreendedorismo? Porquê? Como? Quando? Quais as abordagens empíricas e académicas? O que contribui para a sociedade? O que é preciso para se ser empreendedor? É preciso constituir 15 empresas aos 25 anos de idade?
É para responder a estas questões que o blog Portugal Start Up criou a série ABC do empreendedorismo, onde esperamos contribuir um pouco para a criação de valor no mercado que cria valor, o empreendedorismo!

O Empreendedorismo origina criação de riqueza, envolve criação de “empresas”, empreendimentos, projectos, criando algo que não existia anteriormente, Cria inovação (algo que altera a taxa de rendibilidade dos recursos), Cria mudança, Cria valor, Cria empregabilidade e postos de trabalho.

O enfoque do empreendedor:
– é inspirar, arrastar outros para os seu(s) projecto(s).
– é opportunity oriented. (orientado para as oportunidades)

O enfoque do gestor:
– é motivar outros para os seu(s) projecto(s).
– é resource driven (orientado para os recursos).

Mulheres Indianas revelam-se excelentes empresárias após algumas aulas de empreendedorismo.
– O empreendedorismo é um processo. É algo que diz respeito a uma série de acções sequenciais que levam a um determinado objectivo. Não é um acto isolado.
– Processo através do qual indivíduos ou grupos criam valor (algo que é útil) reunindo combinações únicas de recursos (inovação), para explorar uma oportunidade existente na envolvente.
– Oportunidade: Conjunto favorável de circunstâncias que criam uma necessidade ou uma abertura para um novo conceito de negócio, num determinado tempo e num determinado espaço.

Empreendedorismo não é…
- Estabelecer e gerir uma pequena empresa.
- Um acto isolado que acontece por acaso – Exige Paciência, Persistência,
- Correr riscos desmesurados (wild risks).

- O empreendedorismo é correr risco calculados.
- O empreendedor procura identificar de uma forma sistemática os riscos financeiros, técnicos, de mercado e outros específicos ao empreendimento, por forma a minimizá-los ou eliminá-los.
- O empreendedor não se preocupa com os Activos, mas focaliza-se nos Liability (a origem dos fundos para poder tornar possível o seu projecto).

 Empreendedorismo não é…
- Inato. Existe em potência em todos nós. Envolve a acumulação de competências que se adquirem ao longo da vida.
- Ganância ou desejo de sucesso. São antes motivados por uma necessidade de realização pessoal (embora com fins lucrativos claro, é com o dinheiro que vivemos!)
- Acto isolado.
- Não existe um único tipo de empreendedor, uma fórmula única. Não é definido por sexo, estatuto social ou idade. Há diferentes tipos de empreendedores.

Empreendedorismo não é…
- Ter acesso a muito capital. Não é necessário ter muito dinheiro. O empreendedorismo tem a haver sobretudo com saber agarrar oportunidades.
- Uma questão de sorte. A sorte constrói-se.
- Começar com um produto ou serviço novo (a génese do empreendedorismo é a oportunidade).

Existe uma oportunidade quando:
• Existe uma necessidade no mercado;
• Existe algum grau de insatisfação com os produtos/serviços actuais por parte do mercado (utilizadores);
• Os custos de mudança são desprezáveis. Mesmo que os clientes estejam insatisfeitos, os custos de mudança podem ser tão elevados que a inviabilizam.
• As vantagens oferecidas são facilmente percebíveis pelo mercado.

Steve Jobs. Thomas Edison, Marconi e Henry Ford estão a olhar para ele.

 Empreendedorismo não é…
- Desestruturado e caótico. Antes pelo contrário. Quanto mais organizado for o empreendedorismo maiores serão as suas hipóteses de sucesso.
- Sinónimo de falhanço para a maior parte dos empreendimentos (empresas). Ser empreendedor não significa falhar mas se acontecer será sempre uma oportunidade de aprendizagem. Deve haver persistência.


Clique aqui para ir para ABC do Empreendedorismo - Definição de Empreendedorismo (Parte II).

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

RedeBiz Projetos - Crowdfunding para Start-Up's


O crowdfunding (ou financiamento colectivo) é a grande aposta da plataforma RedeBizProjetos para ajudar a encontrar financiadores para start-ups e mesmo para novos produtos ou serviços de empresas maduras. Isto pese embora o facto de este sistema não excluir, antes complementar, outras formas de angariação de capitais, o que também promovemos.

O crowdfunding baseia-se no conceito de procurar muitos investidores que contribuam com pequenas quantias em vez de poucos investidores que contribuam com grandes quantias. Esses pequenos investidores são também em boa parte dos casos potenciais clientes dos produtos ou serviços, pelo que se conseguem recursos da parte do próprio mercado potencial daquilo que se pretende promover. Assim, está-se não só a obter dinheiro mas, em simultâneo, a criar uma clientela. Para os investidores isto é também uma forma de minimizarem o risco, já que podem dispersar as suas “apostas” por diferentes negócios, colocando quantias reduzidas em cada um deles e, ao mesmo tempo, vendo como o Mercado vai reagindo perante cada um.
O meio privilegiado para promover os projetos de crowdfunding é a Internet: a Plataforma está otimizada para chegar de uma forma eficaz aos milhares de pessoas que nela circulam e procuram informações e oportunidades de toda a ordem. A Internet é ainda, por isso mesmo, o local ideal para criar buzz em torno de novas ideias ou produtos, podendo tornar “viral” a sua divulgação. A plataforma RedeBiz possibilita trocar recursos financeiros por bens ou serviços mas igualmente, simplesmente apoios em cash em troca de uma percentagem das vendas daquilo que se pretende promover.

Que projetos se podem candidatar ao crowdfunding?

O crowdfunding é sobretudo aplicável a bens e serviços que se destinem ao consumidor final, não ao mercado empresarial1, embora a plataforma sirva igualmente para divulgar projetos de qualquer segmento junto de potenciais investidores exclusivamente financeiros. Por outro lado, o sistema não financia empresas, mas projetos concretos: isto significa, por exemplo, que se tem uma fábrica de móveis não deverá candidatar a sua fábrica de móveis a receber apoios do crowdfunding , mas concretamente esta ou aquela peça que pretende fabricar. Isto, por várias razões:

- Minimiza o risco dos clientes / investidores porque “apostam” em algo cujo interesse é mais fácil de avaliar;

- As quantias envolvidas são menores e de aplicação mais facilmente rastreável.



Como em todo o projeto é preciso ter ideias claras acerca dos montantes necessários para financiar o projeto, prazos necessários para o executar após este ser viabilizado pelos investidores, estabelecer uma deadline para receber os fundos solicitados, etc.

O Crowdfunding pode ser um dos seus apoios para integrar aquilo que chamamos "tecido empresarial português".

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O Tecido Empresarial Português


O mercado das PME representa cerca de 99.6% do tecido empresarial, gera 75% do emprego e realiza 56% do Volume de Negócios a nível nacional.
O universo das PME encerra dentro de si realidades distintas. 77% das PME em Portugal facturam menos de 250 Mil Euros, são “Micro” empresas e concentram-se principalmente no Retalho e Serviços (56%), sendo também neste sector onde se verifica maior volume de criação de novas empresas (12% das empresas têm menos de 2 anos)
Verifica-se ainda um grande volume de criação de novas empresas, sendo que no último ano forma criadas cerca de 22 Mil novas empresas ou start-up's em Portugal, (mesmo em tempo de crise!!!).
São estas as empresas com que contamos para dinamizar a Economia Nacional.

E em Nova Iorque? Haverá mais PME do que em Portugal inteiro?
22% das PME’s registam Volumes de Negócios entre 250 Mil e 3 Milhões. Neste caso, as empresas Grossistas e de prestação de serviços representam 44% do mercado. Considerando a idade das empresas, 71% têm mais de 10 anos.
Numa economia cada vez mais global e competitiva, é imprescindível o acesso à informação para os negócios, assim como assumir as melhores práticas de gestão financeira, por forma a suportar a tomada de decisões de gestão, desde decisões de investimento, à escolha de limites de crédito, gestão de riscos, controlo de custos e auditoria interna. O factor dimensão não é mais uma condição necessária nem suficiente para ter uma gestão sofisticada que leve ao crescimento sustentado das empresas. As melhores práticas de gestão estão assim cada vez mais acessíveis ao mercado.
Na maioria das PME portuguesas, a área financeira encontra-se muito assente na contabilidade fiscal em detrimento da contabilidade de gestão. São empresas que apresentam por vezes dificuldades de tesouraria, por dificuldades na gestão do fundo de maneio, na selecção do tipo de financiamento a aplicar nos várias ciclos do negócio (exploração ou investimento).

De acordo com artigos já escritos por nós, verifica-se que: 
- Existe um VN de 200 Milhões de Euros no Mercado Livreiro;
- Existem 6 Escolas de Aviação, sendo um mercado ainda pouco consolidado; 
- Existem mais de 1900 Supermecados no Mercado da Distribução;
- Existem 3029 empresas de medicina dentária em Portugal em 2010;
- No geral, os sectores de actividade a nível nacional são estes;

Para financiar projectos nestas áreas, encontre aqui as linhas de financiamento e crédito ideais para o seu projecto ou empresa.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Franchisings de Sucesso: ChipsAway

A marca ChipsAway

Há 17 anos Daniel A. Pikur desenvolveu nos Estados Unidos da América, uma tecnologia de reparacao rápida em viaturas, a que deu o nome de ChipsAway. O nascimento da marca só foi possivel porque Daniel A. Pikur, esteve durante mais de 50 anos, ligado a indústria automóvel de reparacão, sentindo desta forma a necessidade de desenvolver uma tecnologia que reparasse pequenos e médios danos em viaturas; a SMART Repair (Small and Medium Area Repair Technology). Nasce assim a ChipsAway e, consequentemente, os seus tres sistemas ficam operacionais e são modelares e independentes uns dos outros.
A implementacão na Europa
Actualmente o Franchising ChipsAway está em actividade em 30 paises, sendo que, para que esta dimensao fosse possivel o Master Americano optou por franquiar o conceito ChipsAway. Disponibilizando assim esta tecnologia a terceiros e garantindo que a marca e o conceito fosse correctamente difundido.
Em 1995 Ivan Shaw ficou com a licença da marca para UK, fundando a ChipsAway International. Mais tarde adquiriu aos Estados Unidos os direitos de Master para a Europa e numa segunda fase para o mundo. Estabelecendo a sua base em Inglaterra desenvolveu localmente a sua actividade conta com mais de 390 franquias activas. Licenciou ainda Masters para outros países da Europa.
A marca actualmente conta com cerca de 3500 franqueados em todo o mundo. Estando na Europa esta representada em países como; Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Grécia, Italia, Portugal, Russia, Suécia.



O Franchising ChipsAway em Portugal

A ChipsAway iniciou a actividade em Malo de 2005. Nessa altura o objectivo da empresa era ter uma cobertura Nacional de franchisados, centrando o seu negocio na formação, gestão e apoio a rede que foi constituindo.
Em Junho de 2008 0s direitos da marca foram trespassados para a SmartChips, Lda., empresa constituída para o efeito. O potencial de mercado para a ChipsAway, em Portugal, esta directamente relacionado com o parque circulante. Segundo fontes da ACAP "O mercado Português no final de 2006 era de 5.000.000 viaturas ligeiras". Destas sao potenciais Clientes da ChipsAway 1.500.000 (30%) todos os anos.

Os Sistemas

A marca desenvolveu um conjunto de produtos e tecnologias que permitem disponibilizar aos franchisados, em Kit, sistemas de reparação que actuam em diversos tipos de danos:
Sistema AquaClear: Cerca de 80% da facturação da marca é feita por este sistema.
Desenvolvido de acordo com as normas antipoluentes em vigor a partir de Janeiro de 2008. Este sistema de pintura, de base agua, é aplicável em pequenas e médias reparações de riscos, garante uma elevada qualidade de reparação e com secagem ultra rápida. E fácil de aprender e muito económico.

Sistema Trim-Fix: Este sistema tem a particularidade de permitir reparar algumas áreas das viaturas em que norma no mercado não se repara mas substitui. O Trim-Fix faz a reparação de vidros, recupera e repara jantes de liga leve, para-choques, restaura alcatifas, pele, plásticos e vinis.

Sistema DentsAway: O Dents—Away permite retirar pequenas mossas em que a pintura não esteja afectada, por isso não há a necessidade de pintar. E muito rápido e aplica-se, apenas, a um universo muito específico de danos (ex: mossas resultantes da abertura de portas).

Estes 3 sistemas são montados, na origem (Inglaterra), apenas em bases móveis (VW Caddy Maxi e Transporter). No entanto a marca passou, em Portugal a partir de 2007, a disponibilizar os sistemas para unidades fixas. A SmartChips enquanto Master do Franchising ChipsAway para Portugal tem, serviços, complementos e operações, para os Kits disponibilizados aos seus franquiados. Desta forma pretende-se que, o negócio se ajuste à medida de cada mercado e da zona geográfica em que esta operacional.

Os Direitos de Ingresso para este franchising podem ir de €30 000.00 a €40 000.00, sendo dada exclusividade territorial e quase garantia de uma facturação mínima. Esta pode ser assim uma excelente opção para iniciar a sua Start-up, a sua aventura de empreendedorismo com risco controlado.
Consulte-nos para obter mais informações!
Se precisar de financiamento, não deixe de nos consultar e validar as condições de enquadramento na linha de financiamento PME Crescimento.
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