Portugal Start-Up

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Forças e Dimensões na Criação de Empresas

Forças e Dimensões  na Criação de Empresas


É certo que nem todos têm uma tendência inata para o empreendedorismo, mas o verdadeiro empreendedor de sucesso cria-se munido de formação e informação adequadas, aprendendo com os próprios erros. É necessária muita vontade de aprende e capacidade de auto-aprendizagem. Não obstante, a maioria dos empresários não têm competências de gestão que lhes permita o desenvolvimento de uma nova empresa. Este facto não é nenhuma barreira uma vez que as ferramentas necessárias também se aprendem. Assim, para se ser empreendedor é importante:
·        Saber avaliar os pontos fortes e oportunidades, pontos fracos e ameaças dos diferentes tipos de empresas; Identificar novas oportunidade de negócio e identificar oportunidades de expansão seja dentro do mesmo mercado ou para novos mercados;
·        Compreender todas as variáveis inerentes ao negócio e ao processo de dos projectos; Podem existir milhares de variàveis em cada negócio que estão ligadas aos diferentes stakehoolders - clientes, fornecedores, sócios, trabalhadores. Existem ainda outras ponderações como o próprio mercado, os produtos e serviços, custos e modelo de negócio;
·        Avaliar as competências internas, que competências devem ser internas ou subcontratadas e detetar as áreas onde pode delegar tarefas; Ter a humildade para reconhecer quando se deve pedir ajuda ou subcontratar algo que não é o core business da sua empresa. É necessário todo o focus na actividade principal;
·        Avaliar as várias formas de modelo de negócio e de monetização do produto/serviços;
·        Maximizar a importância das equipas, melhorar a liderança e a motivação das equipas;
·        Delinear as formas de intervenção no mercado, a distribuição e o marketing; Ter uma excelente abordagem comercial;
·        Posicionar muito bem a empresa e usar todas as ferramentas ao alcance como o Plano de Negócios, Plano de Maerketing e Estudo de Viabilidade Económica e Financeira;
·        Aceitar as falhas. A maioria dos empreendedores falha algum dia. O importante é manter o trabalho e o focus com muita paixão.
. Avaliar a capacidade financeira para financiar o projecto;
. Nesta lista também poderiam entrar os factores de sucesso para projectos;
Existem entretanto muitas variáveis, internas e externas à empresa e todas elas devem ser consideradas e ponderadas. Uma têm mais peso, outras não. Umas daptam-se mais a determinados negócios, outras não. No entanto, o mais cedo possível o empreendedor deve de ter em conta todas elas. Todas elas devem estar espelhadas no Plano de Negócios da empresa. O quadro seguinte assemelha-se às forças de Porter, abordando no entanto outras forças e dimensões do negócio.

dimensao nova empresa

Seis apoios para criar a sua própria empresa


Existem vários apoios e incentivos que permitem à maioria das pessoas financiar os seus projectos de empresa. Desde linhas de financiamento com juros bonificados, microcrédito, programas de apoio a desempregados para receber o subsídio de desemprego de uma só vez e apoios comunitários e investidores. Tudo depende das necessidades de financiamento e do tipo de projecto.

Se tem um projecto de empresa ou uma ideia de negócio que gostava de concretizar mas não tem dinheiro, é importante saber que existem várias alternativas e hipóteses de financiamento para o seu projecto. Actualmente, não ter dinheiro para criar a sua empresa já não é desculpa.

Lê também Oito Incentivos para a sua empresa

Existem várias alternativas que vão desde financiamentos bonificados pelo estado, microcréditos, recebimento da antecipação das prestações de desemprego pelo IEFP (o PAECPE), financiamento por Business Angels e Capitais de Risco e até alternativas de Bootstrap.

1 – Antecipação das subsídio de desemprego:
O PAECPE – Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criaçãodo Próprio Emprego, gerido pelo IEFP, permite apoiar desempregados a criar o seu próprio emprego, permite apoiar a criação de empresas por desempregados através de 4 fontes de financiamento complementares:
            a) Antecipação das prestações de desemprego, i.e. o desempregado recebe de uma só vez a totalidade do subsídio;
            b) Majoração do financiamento referido no ponto a) que consiste na atribuição de um subsídio que normalmente não ultrapassa poucos milhares de euros;
            c) Microinvest para financiamentos até €25 000.00 no âmbito do PAECPE. Trata-se de uma linha de financiamento bonificada e com condições preferenciais;
            d) Invest + para financiamentos de €25 000.00 a €100 000.00 no âmbito do PAECPE. É também uma linha bonificada e com condições preferencias como o Microinvest.
As linhas referidas – Microinvest e Invest +, integradas no PAECPE - permitem o financiamento de projectos até €200 000.00. Para candidatar-se a estas linhas necessita de apresentar a candidatura acompanhada com um Plano de Negócios que sustente o projecto.

2 – Microcrédito puro
Quando falamos em microcrédito falamos no microcrédito que é concedido com o apoio da ANDC – Associação Nacional de Direito ao Microcrédito e protocolada com o BES, MillenniumBCP e CGD. Tratam-se de financiamentos até ao máximo de €10 000.00 destinados normalmente à constituição de novas empresas e financiamento de start-ups. Um dos objectivos do microcrédito é a constituição de empresas.

3 – Linhas de crédito PME Crescimento
A linha PME Crescimento é a linha de financiamento bonificada pelo estado que veio suceder às linhas PME Investe. O PME Crescimento possui duas sub-linhas, uma para micro empresas cujo financiamento máximo é €25 000.00 e pequenas empresas cujo montante máximo de financiamento é de €50 000.00. A linha PME Crescimento geral permite financiamentos até €1 000 000.00 para empresas não exportadoras e €1 500 000.00 para empresas exportadoras. O PME Crescimento permite o enquadramento de empresas em início de actividade – Start-ups. Necessita igualmente de apresentação de candidatura.

4 – Apoios comunitários
Linhas de financiamento QREN que permitem por vezes o financiamento de projectos Tecnológicos ou de empresas Exportadoras, como é o caso das linhas QREN Sistema de Incentivos à Inovação, Qualificação e Exportação.

5 – Linhas FINICIA
O FINICIA é uma linha protocolada com os bancos BPI, Millennium, Santander e BES que permite no caso do BPI financiamentos até €25 000.00 e nos restantes bancos financiamentos de €25 000.00 a €100 000.00. Trata-se de uma linha especial para Start-ups e Early-stages (empresas com menos de 3 anos de actividade ou novas empresas) com juros bonificados. Mais uma vez para obter financiamento através da Linha FINICIA, é necessária a apresentação de Plano de Negócios e Projecto de Investimento.

5 – Financiamento do projecto por Business Angels e Capitais de Risco
Normalmente os Business Angels financiam projectos diferenciados, na área das tecnologias, projectos inovadores, na área da internet e acima de tudo escaláveis (i.e. com grande potencial de crescimento e possibilidade de expandir a nível mundial). O Business Angel além de financiar o projecto pode também dar apoio como mentor. Já no caso das Sociedades de Capital de Risco (empresas cujo objectivo é investir noutras empresas com um enquadramento jurídico próprio), investe-se normalmente em empresas com algum histórico no mercado ou algumas provas dadas. Os Business Angels encontram-se normalmente organizados em Associações de Business Angels.

financiamento start-up

 6 – Bootstrap
Bootstrap é um pouco como...esgravatar e procurar todas as fontes de financiamento possíveis incluindo o apoio da família, pontos anteriormente falados, concursos de empreendedorismo, etc. Leia mais sobre o Bootstrap e técnicas de Bootstrapping. 

Financiamento para Jovens Empresários


A CGD (Caixa Geral de Depósitos) em parceria com a ANJE (Associação Nacional de Jovens Empresários) desenvolveu uma nova linha de crédito para financiar projectos de jovens empresário. A diferença desta solução para com a linha Caixa Jovem Empreendedor está na validação prévia do projecto e apoio aos proponentes que a ANJE presta aos seus associados antes de avançar com o financiamento.

Esta ajuda financeira, a Caixa Jovem Empreendedor, está aberta a jovens até aos 40 anos que mostrem capacidade para promover, criar, expandir ou modernizar o seu próprio emprego. A linha contempla pequenos negócios, sociedades recentemente constituídas ou em fase de constituição, desde que o capital social das mesmas seja maioritariamente detido por jovens até 40anos.

O montante máximo para o empréstimo ao abrigo da Caixa Jovem Empreendedor é de 50 mil euros e pode ser feito sob a forma de empréstimo mútuo ou abertura de crédito simples. A oferta de 3 meses de carência, para a amortização de juros e capital, é aplicada às duas modalidades.

O prazo de reembolso para empresas que se pretendem expandir ou modernizar é de 60 meses, contudo para as start-ups a Caixa estende o prazo até aos 72 meses. Em qualquer dos casos a taxa de juro é sempre a Euribor a 3 meses à qual acresce um spread de 3% e prevê a possibilidade de amortizações antecipadas, sejam elas parciais ou totais.

Esta concessão de crédito pela Caixa Jovem Empreendedor está sempre sujeita a uma garantia, que pode ser formulada sob a forma de aval ou outra conforme o previsto pela Caixa. Se o empresário decidir pelo crédito sob a forma de mútuo o capital será entregue na sua totalidade na data de assinatura do contrato com a CGD, se for sob a forma de abertura de crédito simples o mesmo capital será entregue faseadamente, em tranches trimestrais, no montante e respectivo período de utilização previamente acordado com a CGD.


Seja qual for a forma de financiamento da qual o seu negócio poderá vir a beneficiar é sempre fundamental a consulta de um serviço especializado e a elaboração de um plano de negócios. Para mais informações consulte o site da Up To Start em www.uptostar.com.

sábado, 26 de maio de 2012

Empreendedorismo: a solução

Portugal está atravessar uma fase complicada, com uma elevada taxa de desemprego. Mas se reflectirmos para existir emprego tem que existir empreendedores. Se cada um de nós não tiver um objectivo bem definido, iremos invariavelmente trabalhar para outros que tem. A nossa história é repleta de empreendedores que contra ventos e marés superaram obstáculos. A crise gera enormes oportunidades e quem for empreendedor e tiver visão é a melhor oportunidade para começar um negócio. Todas as empresas multinacionais que conhecemos hoje foram micro e pequenas empresas. Vejamos o caso da Apple que começou numa garagem e com a visão comercial do co-fundador Steve Jobs e com a sua persistência conseguiu transformar uma pequena empresa na empresa que actualmente conhecemos. Sam Walton, fundador da Wal-Mart (gigante hiper-mercado americano), começou com uma pequena mercearia na qual queria vender mais por menos, o pioneiro do low-cost.
O problema é que todos nós temos receamos o fracasso. Mas o sucesso não resiste a persistência. Henry Ford disse uma vez: "Sucesso é andar de fracasso em fracasso!" Thomas Edison que inventou a lâmpada respondeu a uma pergunta de um jornalista que tinha perguntado como tinha sido o processo para conseguir a lâmpada e para surpresa de alguns, ele disse: "Apenas aprendi 999 vezes como não fazer uma lâmpada".
O empreendedor tem que ter duas características fundamentais: ambição e força de vontade. A ambição nunca pode ser confundida com a ganância, é ela que puxa para sairmos da cama de manhã, para concretizarmos os nossos sonhos. A ambição está intrínseco em cada um de nós. A ambição funciona e revoluciona a evolução do espírito humano. Porém um homem não é uma ilha, logo precisa de outras pessoas para conseguir atingir os seus objectivos. Caso tenha uma ideia de negócio, não tenha medo, deixe as coisas fluírem e tenha paixão.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Global Risks - Os riscos globais para as empresas


Com o Estudo Global Risks realizado às empresas portuguesas tem por objectivo identificar que riscos são considerados os principais riscos para as empresas. Estes riscos são riscos globais que podem de certa forma ser considerados ameaças para as empresas. No Estudo Global Risks, podemos concluir que aumentaram as preocupações em relação aos riscos globais e a ameaça de fortes impactos.
O estudo Global Risks apresenta o TOP 10 dos riscos tendo em conta a probabilidade e o impacto:
1- Alterações Climáticas
2- Crise Fiscal
3 - Disparidade económica
4- Falhas da Governça Global
5- Catástrofes Naturais
6- Volatilidade dos preços da energia
7- Conflito geopolítico
8- Corrupção
9- Inundações
10- Segurança da água



No Estudo dos Riscos as Empresas identificaram como Top 5 dos riscos que o Mundo enfrenta:
1- Crise Financeira
2- Preços do Petróleo & Gás
3- Alterações Climáticas
4- Crime & Corrupção
5- Terrorismo


Quando comparamos os resultados do nosso Estudo com o Global Risks 2011 constatamos que os principais riscos identificados são os mesmos. Nomeadamente, a Crise Financeira, a volatilidades dos Preços da Energia, as Alterações Climáticas e a Corrupção. No que diz respeito aos riscos que as Empresas enfrentam o TOP 5 é:
- Concorrência
- Recessão
- Cash flow
- Pressão do Consumidor
- Taxas de Juro


As Empresas começam a dar cada vez mais importância à gestão dos riscos. Consideramos que a resposta eficiente ao risco não se relaciona apenas com a redução de impactos, mas também no encontrar das oportunidades de inovação e crescimento que possam surgir. Quando analisados por sectores, os principais riscos que as Empresas consideram que vão enfrentar são:
Agricultura: - Concorrência – Recessão - Catástrofes Naturais
Construção: - Recessão – Concorrência - Acções dos Directores
Exploração Mineira: - Acesso ao Crédito - Cash Flow
Concorrência – Recessão - Falha na Cadeia de Fornecimento
Financeiro: - Concorrência – Recessão - Taxas de Juro
Grossistas: - Recessão – Concorrência - Pressão do Consumidor
Retalhistas: - Recessão - Falha na Cadeia de Fornecedor
Serviços: - Concorrência - Recursos Humanos (p.e. stress, absentismo) - Pressão do consumidor
Transportes & Utilities: - Recessão - Concorrência
No que diz respeito à Gestão de Riscos os Sectores a darem mais importância a este tema são o Financeiro, o de Retalhistas e a Agricultura, sendo igualmente os que afirmaram que o valor orçamentado para este tema aumentou. O sector que dá menos importância é o da Construção.
Já as Empresas Cotadas em Bolsa consideram que os seus principais riscos são:
- Concorrência
- Recessão
- Cash Flow
Estas empresas dão elevada importância à gestão de riscos e o valor orçamentado para esta gestão estabilizou.

Soluções BES Franchising


Sendo o Franchising um conceito empresarial que tem mostrado crescimento mesmo em tempos de crise e verificando-se a sua crescente expansão no mercado português, o Banco Espírito Santo possui um conjunto de soluções financeiras destinadas a satisfazer as diversas necessidades deste setor.
                Para a gestão da tesouraria o BES propõe a Conta BES Negócios Tesouraria composta por uma Conta à Ordem para a gestão de liquidez, uma Conta Poupança para melhor rentabilizar o excesso de liquidez e uma Conta Corrente para necessidades pontuais de tesouraria. Para garantir a adequada gestão dos recebimentos o TPA é hoje imprescindível em qualquer negócio e o BES garante-lhe as condições mais competitivas do mercado e oferece-lhe isenção de comissão mensal durante seis meses e ainda o financiamento MLP necessário para investir no projecto.
                O BES apoia o investimento relacionado com a atividade do seu negócio franchising para diversas finalidades, com financiamento MLP do projecto do franchisado com possibilidade de períodos de carência de acordo com o prazo que varia entre 5 e 30 anos para um montante mínimo do financiamento de €25.000. Para a aquisição de equipamentos, o Leasing financeiro continua a ser o mais utilizado no setor para automóveis e imóveis e o BES pratica os seguintes spreads: Mobiliário desde 2,5%; Imobiliário desde 2,75%; Auto desde 2,25%. Poderá ainda optar pelo Renting para a gestão da frota da empresa pagando apenas uma mensalidade pelo uso das viaturas que escolher, estando incluído na mensalidade as despesas de manutenção, substituição de pneus, seguros, impostos e uma viatura de substituição. Existem no entanto outras linhas de financiamento alternativas que podem ser utilizadas para o investimento no franchising, como é o caso do Invest + e Microinvest (PAECPE) também protocoladas com o BES. 
                Temos ao seu dispor as melhores soluções de consultoria para o ajudar a criar o seu novo negócio, seja ele um franchising ou não. Contacte-nos. Consulte também estas opções de franchising e outras opções de financiamento para empresas e verifique as soluções de consultoria de investimento para franchisings da Up to Start. 

A importância do Plano de Negócios

A importância do Plano de Negócios


Um Plano de Negócios (ou Business Plan) é um documento representativo das principais características e objetivos de um determinado projeto/negócio. De singular importância e cada vez mais exigido por diversos motivos (desde a gestão interna da empresa, fundamentar um financiamento junto da banca, atrair investidores ou até mesmo para fornecedores), este é quase um documento obrigatório nas empresas que se estão a iniciar atualmente no mercado.
A maioria das pessoas pensa num plano de negócios apenas quando se candidata a um financiamento ou numa fase inicial de um projeto, no entanto este tem uma vital importância na gestão de um negócio e na definição das suas prioridades. O Plano de Negócios é também fundamental para a estruturação e defesa de uma nova ideia de negócio.
Um Plano de Negócios deve ser concebido com base na ideia que se pretende implementar e conter as principais características do projeto de modo a possibilitar a resolução de eventuais problemas futuros. Contudo, o Plano de Negócios tem de ser simples, objetivo, realista e conciso mas ainda assim incluir um modelo financeiro sólido e bem fundamentado e todos os elementos necessários. Reunidas estas condições, o plano está assim pronto para ser supervisionado/implementado.
modelo de negocio
 
Embora o Plano de Negócios tenha tamanha importância, infelizmente existem ainda muitas empresas que não o possuem e normalmente a falta de tempo ou outro tipo de preocupações são o pretexto utilizado, o que não faz qualquer sentido tendo em conta que este documento contribuirá certamente para a resolução de muitos dos problemas existentes no seu negócio. O Plano de Negócio ajuda os empreendedores/empresa a definir o Modelo de Negócio, validar a dimensão do mercado, quem são os clientes e como chegar a estes, a concorrência, os fornecedores, aprimorar os produtos e serviços e validar toda a viabilidade do negócio, fazendo alterações ao modelo sempre que necessário e levando o projecto a um posicionamento face aos stakeholders muito bem definida.
Validando os pontos anteriores através do Plano de Negócios e assegurando-se da viabilidade do projecto, o risco associado a este fica mais reduzido uma vez que todo o modelo de negócio fica clarificado, não só para o próprio empreendedor como para as entidades financiadores sejam elas a banca, Business Angels, Capital de Risco, investidores ou apoios do estado como o QREN.
O Plano de Negócios deve ser sempre acompanhado do Estudo de Viabilidade Económica e Financeira que deverá atestar a viabilidade do projecto não só numa óptica Económica (tendo em conta o mercado por exemplo) como numa óptica Financeira (se a empresa tem por exemplo a estrutura financeira para vender o que diz que vai vender). Dentro do Estudo de Viabilidade do Plano de Negócios são feitas também as projecções financeiras da actividade, tendo sempre em conta os pressupostos do mercado, projectando as vendas, custos, margens, EBITDA, resultados da empresa, componente fiscal, balanço, demosntrações de resultados, mapa de cash-flow, indicadores financeiros e outros instrumentos dependendo do tipo de negócio.
plano de negocios
                É possível escrever muito mais sobre Planos de Negócios e existem até livros sobre o tema. No entanto, o mais importante é o know-how sobre o mercado. Está provado que boa parte dos projectos que não têm um bom Plano de Negócios acaba por falhar. Por isso...de que está à espera?
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