Portugal Start-Up

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Apoio para Mulheres Empreendedoras


O IFDEP (Instituto para o Fomento e Desenvolvimento do Empreendedorismo em Portugal) desenvolveu um programa de apoio ao empreendedorismo por parte das mulheres. O FAME (Formação Avançada para Mulheres Empreendedoras) tem vindo a dar formação, a apoiar as mulheres portuguesas na criação do seu próprio emprego e a construir uma tradição no sentido de estimular o empreendedorismo feminino.

O programa destina-se a mulheres, independentemente da sua situação profissional, que pretendam inserir-se no mercado de trabalho através da criação do seu próprio emprego. Para poderem participar as candidatas têm apenas que ter a escolaridade mínima obrigatória – 9º ano - e preferencialmente uma ideia ou projecto coerente de negócio. Como estímulo à adesão a este incentivo o FAME prevê a formação em horário laboral e a atribuição de subsídio de alimentação os dias da formação.

O FAME tem como modelo uma acção formativa que conjuga o desenvolvimento de competências individuais no campo do empreendorismo, gestão de negócio, etc.., com o apoio ao nascimento das empresas e acompanhamento nos primeiros passos do investimento. A consultoria é um dos pontos fortes deste programa que pretende acima de tudo dotar as mulheres das competências necessárias à sua autonomia empresarial.

o programa tem como regra base a exigência de uma maioria da presença de mulheres nas sociedades criadas no âmbito do FAME, assim como a imposição das funções de gerência por parte de uma mulher. A presença de homens no capital da sociedade é permitida desde que referida no Plano de Negócios.
O programa FAME desenvolve-se em torno de três eixos fundamentais:

Formação – fornecer às participantes os conhecimentos de gestão que lhes permitam fundar e conduzir os seus negócios a bom porto. Apoio à constituição e consolidação de micro e pequenas empresas que sejam promovidas por mulheres. Formação que permita que as mulheres participem nos processos de decisão.
Consultoria – Apoio à consolidação do plano de negócios e sua adaptação à realidade empresarial. Este módulo é apenas acessível às mulheres que tendo frequentado as acções de formação optaram pela formação do seu próprio negócio. Este serviço tem a duração de um máximo de 80horas por cada empresa.
Financiamento – Apoio para as formandas que vejam o seu plano de negócios aprovado pelo IFDP beneficiam de um apoio no valor de 12 x IAS (indexante dos apoios sociais).

Dado o contexto internacional e a conjectura social o IFDP dá preferência a projectos no âmbito dos sectores tecnológico e científico. É dada especial importância às empresas que se constituam nas áreas das novas tecnologias de informação e comunicação ou que visem sectores onde as mulheres se encontram sub-representadas.

O FAME pretende fomentar o empreendorismo junto da população feminina, aumentar e reforçar a qualidade da sua participação no mercado de trabalho para que a mulher alcance um lugar mais equilibrado e participativo na sociedade nacional e internacional. Apostar no empreendedorismo feminino e na intervenção das mulheres em todas as áreas do sector empresarial é uma forma de apoiar e promover a igualdade de oportunidades, a formação qualificada e o desenvolvimento de uma rede de cooperação e informação. 

Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Investir em Moçambique


O LIDE Portugal anuncia o apoio à criação do LIDE em Moçambique. Este é um passo importante para a consolidação da relação empresarial entre os dois países, tal como já aconteceu com Angola que provou ser um investimento de sucesso. Formalmente criada no presente mês, a LIDE Moçambique conta com o núcleo empresarial de topo do país e o total apoio do LIDE Internacional.


O LIDE Portugal é uma organização privada de Líderes Empresariais que tem como principal fundamento fortalecer o pensamento, o relacionamento e os princípios éticos da governação corporativa. O Grupo conta com líderes de empresas nacionais e internacionais e tem como missão a promoção e a integração entre as empresas, as organizações e as entidades privadas. O diálogo entre estes três sectores é fomentado pelo incentivo à realização de debates, fóruns de negócios e iniciativas de apoio à responsabilidade social e à sustentabilidade.

O LIDE Portugal visa contribuir para que Portugal se transforme num país economicamente mais competitivo mas onde não se esqueça a solidariedade e a justiça social. O trabalho por um Estado democrático e politicamente forte é elaborado através da reunião de líderes empresariais empenhados em seguir o mesmo rumo e a promover o relacionamento interpessoal e interempresarial sem abandonar o exercício da cidadania corporativa.

O LIDE Portugal luta ainda pela inserção de Portugal na economia Internacional através da criação de redes de contactos com o Argentina, Angola, Brasil, Chile, China e Itália. Este grupo aposto no intercâmbio de sinergias para:
"
  1. Incentivar e promover as relações empresariais;
  2. Discutir temas económicos e políticos de interesse nacional;
  3. Fortalecer a governação corporativa;
  4. Defender a ética, os princípios democráticos e a eficiência de gestão nos sectores público e privado;
  5. Promover, actualizar e aperfeiçoar o conhecimento empresarial;
  6. Sensibilizar o sector privado para programas comunitários, com prioridade para educação e formação profissional;
  7. Estimular o respeito pelo meio ambiente."

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mulheres e Empreendedoras


A APME (Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias) nasce em Agosto de 1985 e é desde 1995 uma Associação sem fins lucrativos e de Utilidade Pública. Com sede em Lisboa, esta associação que garante presença em todo o território nacional, tem como principal fim a divulgação do trabalho das Empresárias e das Empreendedoras Portuguesas tanto a nível nacional como no estrangeiro.
A sua acção na vida pública passa por afirmar a sua imagem e peso institucional perante as diversas entidades públicas e privadas em território nacional e no estrangeiro. Uma das grandes vitórias da APME foi ter contribuído activamente para a introdução de uma recolha estatística e analítica, junto de entidades como o MEE- Ministério da Economia e Emprego, IAPMEI, ICEP, INE, entre outros, com base no género dos inquiridos e apenas ao nível do mercado português.

A APME é filiada na FMEPP (Federação das Mulheres Empresárias e Profissionais de Portugal), consequentemente na BPW (Business and Professional Women) que é entidade que a nível mundial congrega as Federações de Mulheres Empresárias e Profissionais de mais de 120 países dos 5 continentes. A associação é ainda uma das entidades que faz parte do Conselho Consultivo da CIG (Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género).


Em 1998 a APME torna-se membro efectivo da FIDE (Federação Ibero-Americana de Mulheres Empresárias) e em 1999 assume a Presidência e a Secretaria-geral da FAME (Federação das Associações de Mulheres Empreendedoras da CPLP), dando mais um passo na relação comercial com os países Africanos Lusófonos. Membro da FEM (Femmes Européennes Moyennes et Petites Entreprises) desde 1999 é eleita em 2002 para integrar o seu Conselhor Consultivo. A FEM faz parte da UEAPME (Union Européenne des Associations des Petites Moyennes Entreprises), que é a mais forte representação empresarial a nível da União Europeia.

A actual direcção da APME, pela primeira vez, abraçou um modelo de gestão que elimina a figura do presidente e promove o trabalho em equipa. Neste sentido elegeu uma equipa para a gestão dos seus órgãos sociais.

A Associação que tem como principais objectivos o apoio ao co-empresariado, à criação de novas empresas, empresárias e do próprio emprego, pretende contribuir positivamente para o crescimento do exercício do poder político e económico das mulheres. Neste sentido promove acções de formação contínua, parcerias com diversas associações, apoia e fomenta a consolidação e o desenvolvimento das MPE’s (Micro e Pequenas empresas) em simultâneo com a promoção do trabalho da APME e das suas associadas junto do mercado.


A APME aposta na formação, consultoria, informação e suporte técnico das empreendedoras e empresárias. Especialmente direcionada para o sector das MPE’s, onde a presença do empreendedorismo feminino é mais forte, a APME aposta no reforço do papel da mulher na economia, política, cultura e sector social para a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável do país. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

IMPULSO JOVEM: Iniciativa à Empregabilidade Jovem e de apoio às PME



Com os números do desemprego jovem a crescer o Governo decide lançar um apoio extraordinário à empregabilidade jovem e às PMEs.

A medida tem quatro eixos fundamentais de incidência:

1. Passaporte-Emprego: Programa de Estágios para Jovens
Apoio aos jovens desempregados com qualificação para que desenvolvam aptidões e competências em contexto de trabalho. Privilegia três sectores: PMEs, Economia Social e Internacionalização.

2. Orientação, Formação e Qualificação:
Procura promover o ensino e a formação profissional especialmente nos sectores considerados deficitários. Destina-se a jovens que não tenham a escolaridade obrigatória, jovens com habilitações escolares mas sem qualificação profissional ou jovens que possuam habilitações e formação escolares e pretendam criar o seu próprio emprego.

3. Empreendedorismo:
Apoio ao empreendedorismo jovens com especial valorização no sector da Agricultura, Projectos de base Regional, Projectos que apostem na Inovação ou na Economia Social.

4. Internacionalização:
Apoio e aposta em medidas que, no quadro da União Europeia e Resto do Mundo, promovam a internacionalização académica e empresarial.

Apoio às PMEs
A medida Impulso Jovem prevê três linhas de acção no auxílio às PMEs, a saber:

1. Aceleração dos processos burocráticos, simplificação ao acesso dos apoios previstos no QREN, mais eficiência nas infraestruturas de apoio às empresas;
2. Criação do fundo de revitalização para PMEs com o apoio do Fundo Europeu de Investimento (FEI), acesso a linhas de crédito dentro do quadro do Banco Europeu de Investimento (BEI) e a fundos de capital de risco com base regional, aposta no reforço dos instrumentos que o QREN disponibiliza ao nível da engenharia financeira;
3. Aposta na iniciativa privada jovem com especial incidência nas regiões de baixa densidade. Promoção do reforço dos sistemas de incentivos previstos no QREN, com especial atenção ao emprego jovem, desenvolvimento de incentivos de apoio local a microempresas, valorização do investimento empresarial em áreas de baixa densidade e da revitalização económica das cidades.

Esta iniciativa conta com 344 milhões de euros e abrangerá 90 mil jovens.


Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Enquadramento Fiscal e Benefícios Fiscais em Moçambique


Se está a pensar Constituir uma empresa em Moçambique, é importante estar bem a par do enquadramento fiscal, especialmente os Benefícios Fiscais concedidos por Moçambique, especialmente para o investimento estrangeiro. 

O Mercado Moçambicano tem vindo a acrescer muito e a banca de Moçambique tem apoiado a dinamização dos financiamentos para investimentos empresariais. é também cada vez mais fácil constituir uma empresa em Moçambique. 

Benefícios Fiscais para o investimento em Moçambique:

  • Isenção de direitos aduaneiros e do IVA sobre os bens de equipamento destinados exclusivamente à implementação e arranque da exploração do projecto, constantes da classe K, da Pauta Aduaneira;  A Classe “K” é o código convencional que especifica o bem como de capital nomeadamente: Ferramentas, artefactos de cutelaria e talheres e suas partes, de metais comuns; veículos automóveis, tractores ciclos e outros veículos terrestres, suas partes e acessórios, entre outros.
  • O CFI - Crédito Fiscal por Investimento (em sede do IRPC  - ImpostoSobre Rendimento de Pessoas Colectivas) de 5% do total de investimento realizado na cidade de Maputo;
  • Amortização acelerada dos imóveis novos, utilizados na prossecução do empreendimento, que consiste em incremento em 50% das taxas normais;
  • Dedução à matéria colectável para efeitos de cálculo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas até ao limite máximo de 5% da matéria colectável, sobre o investimento realizado com a formação profissional de trabalhadores moçambicanos, durante os primeiros 5 anos a contar da data do início da actividade;
  • Dedução à matéria colectável para efeitos de cálculo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas até ao limite máximo de 110 % se realizados na cidade de Maputo e 120% nas restantes províncias dos valores dispendidos com todas as despesas que realizem na construção e na reabilitação de obras consideradas de utilidade pública pelas entidades


Estatuto dos Benefícios Fiscais moçambicanos:

Os projectos de investimento directo efectuados por empresas portuguesas no estrangeiro, de montante igual ou superior a 250.000€ (projecto em questão apresenta um investimento inicial de 250.000€ (70% em financiamento bancário e 30% C.P.), que demonstrem interesse estratégico para a internacionalização da economia portuguesa, podem beneficiar de incentivos fiscais, em regime contratual, com período de vigência até 5 anos, a conceder nos termos e condições e procedimentos definidos em regulamentação própria: Crédito fiscal utilizável em IRC, compreendido entre 10% e 20% das aplicações relevantes, a deduzir ao montante apurado na alínea a) do nº1 do artigo 83º do Código do IRC; Eliminação da dupla tributação económica quando o investimento seja efectuado sob a forma de constituição ou aquisição de sociedades estrangeiras.

Consulte ainda as características do mercado de Moçambique e entre em contacto connosco se quer constituír um negócio em Moçambique.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Funcionamento da banca em Moçambique

Depois de abordarmos as características do Mercado de Moçambique, como constituir uma empresa em Moçabique e o respectivo enquadramento fiscal, abordamos o sistema bancário. 

Os principais bancos a operar em Moçambique, são por ordem de dimensão:


Esta é a lista dos bancos a funcionar em Moçambique, podendo haver no entanto bancos sul africanos a intervir neste mercado. 

Abaixo, tabela dos respectivos volumes de negócios da banca moçambicana.
banca moçambicana
Os bancos moçambicanos encontram-se bem capitalizados na generalidade e alguns deles têm ligações à banca portuguesa como é o caso do BIM que está ligado ao grupo MillenniumBCP e o BCI ligado ao BPI e o Moza Banco ligado ao Grupo Espírito Santo.

Para investimentos portugueses em Moçambique e constituição de empresas em Moçambique por portugueses, existe o apoio da SOFID - Investimoz e do Fundo de Apoio ao Investimento em Moçambique. A SOFID pode apoiar o investimento em Moçambique de diferentes formas dependendo do projecto, podendo ir desde a prestação de garantias de bom pagamento (prestar garantia de autónoma junto do banco financiador em Moçambique) ao financiamento directo da empresa ou participação no capital da empresa. 

Para apresentação de projectos é sempre imperativa a apresentação do Plano de Negócios e Projectos de Investimento. 
Consulte-nos para obter todo o apoio necessário apoio. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Linha de Crédito Açores Investe II



Esta linha de crédito bonificado, disponível apenas para empresas com sede na Região Autónoma dos Açores e cuja actividade principal não esteja relacionada com a produção primária de produtos agrícolas, dispõe de 40 milhões de euros para reforçar o apoio às empresas. O principal objectivo desta iniciativa é reforçar o fundo de maneio dos capitais permanentes e dos novos investimentos em capitais fixos, sejam eles corpóreos ou incorpóreas, destas empresas.

Este programa permite, a título excepcional, o concurso de empresas que tenham dívidas, desde que a contraídas 3 meses antes da atribuição do apoio, junto da Administração Fiscal e da Segurança Social. As empresas vão poder utilizar o montante correspondente a 50% do valor do financiamento para regularizar as suas dívidas ao Estado.

Esta linha de apoio tem protocolo com as seguintes entidades bancárias: BPI, BCP, BES/Açores, BANIF, Barclays Bank, Santander, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo dos Açores, Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo, Caixa Económica Montepio Geral e Caixa Geral de Depósitos.

Limite de financiamento:

Micro empresas – até 25.000,00€
Pequenas empresas – até 50.000,00€
Outras empresas – até 300.000,00€

As micro e as pequenas empresas podem solicitar um financiamento superior ao estipulado, desde que não ultrapasse os 300.000€.

Prazo de empréstimo:

Micro empresas – até 5 anos
Pequenas empresas – até 5 anos
Outras empresas – até 8 anos

Prazo de carência do empréstimo:

Micro empresas – até 12 meses
Pequenas empresas – até 12 meses
Outras empresas – até 18 meses

Bonificação atribuída pelo Governo Regional:

Micro empresas – Spread + 0,25%
Pequenas empresas – Spread + 0,25%
Outras empresas – Spread

Condições de Financiamento: Carência de capital até 12 meses para todas as empresas.

Garantia:

Micro empresas – Garantia de 75% do capital em dívida
Pequenas empresas – Garantia de 75% do capital em dívida
Outras empresas – Garantia de 60% do capital em dívida

As candidaturas a esta linha de crédito estão abertas até ao dia 13 de Julho de 2012.

Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.



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