Portugal Start-Up

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Linhas de Financiamento a Empresas

Apresento abaixo as linhas de financiamento disponíveis em Portugal para financiar empresas nas diferentes fases de vida destas PME.
As linhas de crédito a PME's permitem o financiamento para investimento ou para fundo de maneio dependendo dos casos.
Algumas destas linhas de crédito às empresas têm bonificação do estado ou alguma intervenção deste seja pela bonificação dos juros seja pela intervenção das Sociedades de Garantia Mútua (que são participadas pelos bancos e pelo IAPMEI).

Linhas de financiamento para Start-Up's (por exemplo um Franchising) e Early-Stages:

  • FINICIA (BES, MBCP e BST): Financiamentos entre 25m€ e 100m€ com Autonomia Financeira  mínima 10% (teorica). Condicionado à aprovação e aprovação da SGM (Sociedades de Garantia Mútua), cuja garantia pode ascender a 90% do valor do financiamento. Financiamento pode ser destinado a Investimento em Imobilizado e Fundo de Maneio.
  • FINICIA (BPI): microcrédito até 25m€. Condicionado à aprovação e aprovação da SGM (Sociedades de Garantia Mútua). Financiamento pode ser destinado a Investimento em Imobilizado e Fundo de Maneio.
  • PAECPE – Programa de Apoio ao Empreendedorismo e Criação do Próprio Emprego: Microinveste até 25m€ e Invest + de 25m€ a 100m€.
  • Financiamento de Capitais Próprios: Business Angels e Capital de Risco.
  • PME Investe VI (aditamento): Limite de Financiamento até 1M€ (PME Líder) ou até 750m€ para outras PME e 50m€ para MPE (Micro e Pequenas Empresas). Intervenção da SGM.
  • Linhas de Financiamento gerais:
  • Linhas de financiamento protocolado entre a banca e as SGM’s (Sociedades de Garantia Mútua e todos os bancos: financiamento máximo de 4,5M€ (em sindicato), garantia SGM’s de 75%.
  • Outros financiamentos MLP, Leasing, etc.
  • Sistemas de Incenivos QREN (SI I&DT, Inovação e Qualificação. Podem também enquadrar Start-up.
Regra geral, estas linhas podem ter as seguintes características e garantias:

  • AF mínima de 10% para Start-up, 15% para outras PME (na actual conjunturta exige-se Autonomia Financeira superior)
  •  Garantias Reais a confortar os financiamentos:
  • Penhor de DP’s ou aplicações a servir de colateral
  • 1º Hipotecas em primeiro grau com rácio F/G máximo 70%
  • Outras hipotecas em 1º grau
  • Segundas hipotecas
  • Penhor mercantil (sobre equipamentos ou sobre os investimentos a realizar)
  • Penhor de quotas ou acções
  • Avais de empresas (com “interesse próprio”)
  • Avais pessoais
  • Maioria dos financiamentos tem actualmente a intervenção das SGM’s
  •  Linhas de financiamento MLP com prazos máximos de 6 anos para investimento em imobilizado e 5 anos para reforço de FM, excepto linhas PAECPE cujo prazo é 7 anos e financiamentos com hipoteca cujo prazo pode ascender a 12 anos
  • Carência de 6 meses na maioria das linhas sendo que pode ascender a 12 meses no caso de investimento justificado em imobilizado. Carência de 24 meses nas linhas PAECPE


Existem ainda outras condições que podem ser exigidas pela banca e pelas Sociedades de Garantia Mútua (Lisgarante, Garval, Norgarante e Agrogarante).Condições transversais nas linhas de financiamento FINICIA, PAECPE, PME Investe e Linhas protocoladas com SGM’s:
                - Cross default;
                - Pari Passu;
                - Negative Pledge (10%)
                - Ownership (50%)

Caso pretenda saber mais informações sobre linhas de financiamento e como recorrer a estas, entre em contacto com a Up to Start - Consultoria e Projectos de Investimento

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Mercado da Distribuição em Portugal


As três maiores Insígnias: - Continente, Pingo Doce e Intermarché, são responsáveis por 55% do Volume de Negócios no Mercado da Distribuição.
No que diz respeito à quota de mercado das insígnias, considerando o mercado FMCG para os Lares Portugueses, verifica-se que o Continente continua a ser líder, com uma quota de mercado de 29%, seguido de muito perto pela Jerónimo Martins, com uma quota de mercado de 16.1%.


O Mercado da Distribuição em Portugal apresenta historicamente um crescimento significativo, sendo que mesmo na actual conjuntura continua a apresentar crescimentos expressivos, embora acompanhando as novas tendências dos consumidores.
O Volume de Negócios das três maiores insígnicas cresceu um total de 638 Milhões de Euros o ano passado e verificou-se um aumento de aberturas de lojas em 3% no total do mercado, acompanhado na mesma proporção por um aumento da área de vendas.
É possível verificar assim uma evolução significativa do mercado que apesar da conjuntura tem ultrapassado as barreiras do mercado e tem captado mais negócio através da adaptação às novas tendências ditadas pelos consumidores (como o aumento do consumo de MDD’s).


A acompanhar o crescimento do Volume de Negócios está o crescimento do número de lojas ao nível da distribuição, como é possível verificar no gráfico anterior que reflecte o número de Hiper+Supers.

Para estes números não conta o Sampedro Supermercados pois está em insolvência. O Minipreço que tem 7% de quota de mercado tem mais info aqui.





Fontes: APED, Nielson e dados de estudo de mercado.

Mais informações sobre a distribuição aqui.

Para mais informações consulte a Up to Start - Consultoria e Projectos de Invesrtimento, Lda em http://www.uptostart.com/ ou envie e-mail para geral@uptostart.com.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Quantos táxis existem em Lisboa?

Quantos táxis existem em Lisboa

Panorama dos Táxis em Lisboa

Segundo o Departamento de Segurança Rodoviária e Tráfego da Câmara Municipal de Lisboa existem actualmente cerca de 3 445 táxis nesta cidade. O estudo realizado permite concluir que todos os dias são realizadas em média cerca de 102 mil viagens de táxi em Lisboa o que se traduz numa média diária de 30 viagens por táxi.  O número médio de passageiros é de 1,57, havendo no entanto muita procura de táxis com capacidade superior a 4 (capacidade do carro tradicional) principalmente por grupos de turistas para touring, empresas e grupos de jovens em saídas nocturnas. A taxa de ocupação média dos táxis é de cerca de 63%.
Em Lisboa existe assim uma relação de 1 táxi por cada 824 habitantes (tendo em conta a área metropolitana desta cidade). Exclui-se no entanto a população flutuante de Lisboa e a população activa que ocupa a cidade apenas durante o dia.  
Calcula-se que em média um táxi que circule em Lisboa nos turnos do dia e noite, percorra cerca de 8000 Km por mês.
O incremento e manutenção da procura no sector tem-se mantido em parte pelo turismo, pela consciencialização por parte dos condutores em não conduzir caso tenham ingerido bebidas alcoólicas assim como leis proibitivas deste facto, o activo controlo policial em operações stop nocturnas e pela disponibilidade crescente deste meio de transporte através dos meios de comunicação disponibilizados ao cliente.
Este ano, a oferta de táxis torna-se ainda maior na cidade de Lisboa. O Artigo 22 do Capítulo V do Decreto-Lei nº 41/2003 refere-se ao especial licenciamento de Táxis para o transporte de pessoas com mobilidade reduzida. Foi neste âmbito que a Câmara Municipal de Lisboa aprovou 50 licenças para táxis especialmente adaptados a pessoas com mobilidade reduzida e cadeiras de rodas. Esta oferta vem preencher uma grande lacuna neste tipo de oferta nomeadamente para idosos, pessoas que se deslocam a tratamentos, consultas e fisioterapia, serviços para hemodiálise e outros transportes de doentes não urgentes cujo transporte de táxi é muito mais cómodo, seguro e rápido do que em carrinhas de transporte de doentes de corporações de bombeiros.
Relativamente a localizações, os táxis podem tomar passageiros em qualquer ponto de Lisboa aquando da sua circulação na via pública, num local definido ou previamente marcado pelo cliente ou nas respectivas Praças de Táxi onde de acordo com o Art.º 8 da Deliberação n.º 45/AML/2002 de 2002/12/17 do Suplemento ao Boletim Municipal n.º 463, “Na área do Município da Lisboa, os táxis podem estacionar em qualquer dos locais reservados para o efeito, até ao limite dos lugares demarcados, podendo, ainda, tomar passageiros quando circulem na via pública com a indicação de livre, excepto a menos de 50 metros de uma praça assinalada e desde que seja visível um veículo aí estacionado. (...) A utilização dos táxis dentro de uma praça será feita segundo a ordem em que aqueles se encontrarem estacionados.” Podem os pontos de estacionamento ser utilizados por táxis de qualquer categoria, desde que observadas as vagas disponíveis.


Sampedro Supermercados - Insolvência de uma tradição

O presente texto serve não para falar da insolvência da Sampedro Supermercados mas sim daquilo que esta empresa foi. Uma breve história de uma empresa que chegou ao fim (quem sabe se alguém quiser investir pode ser recuperada).

Sampedro – Supermercados, S.A.
Sede: Rua Padre Américo Monteiro Aguiar, Lt. 3, Serra da Luz, 1675-057 Pontinha
Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Odivelas
NIPC: 500588171
CAE principal: 47111 – Comércio a retalho em supermercados e hipermercados
Início de Actividade 01/1977
Histórico
1976 – Constituição da empresa. Abertura do primeiro Supermercado ma Av. São Pedro na Pontinha
1982 – Abertura do segundo supermercado na Pontinha
1996 – Abertura do terceiro supermercado em Alfragide e quarto supermecado em Odivelas
1998 – Abertura do quinto supermercado em Loures e sexto supermercado em Póvoa de Satanta Iria
2003 – Abertura do sétimo supermercado em Odivelas
2008 – Abertura do oitavo supermercado em Odivelas

Todos os supermercados foram fundados em bairros novos, locais com crescente densidade populacional, numa das zonas mais populosas de Portugal.

A Sampedro Supermercados foi constituída em 1976 com o objectivo de explorar o supermercado localizado na Rua de São Pedro na Pontinha explora actualmente 8 supermercados.
Em 1982 é constituída a Toscano e Irmão, Lda., que se dedica à actividade imobiliária no âmbito do arrendamento dos dois imóveis que detém (escritório e armazém) à Sampedro Supermercados.
Em 2008 é constitutída a Sampedro Imobiliária cuja actividade imobiliária se resume a alugar à Sampedro Supermercados o imóvel da Loja 8 localizado em Odivelas.

Breve descrição das empresas do grupo
A estratégia da Sampedro Supermercados está focalizada na na satisfação do cliente e na qualidade dos serviços prestados, apoia-se numa constante actualização dos equipamentos e formação dos seus colaboradores. Desde sempre levou a cabo um considerável esforço de dotar os seus recursos humanos de uma filosofia de trabalho assente nos valores de qualidade total, apostando na tecnologia, formação, qualidade dos produtos e qualidade do atendimento, oferencendo assim aos clientes todas as garantias de confiança nos serviços prestados.

A empresa continua a apostar no seu mercado alvo que corresponde ao retalho das zonas da Pontinha, Amadora, Odivelas, Loures e Póvoa de Santa Iria.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Análise Sectorial - Clínicas Dentárias



Análise Sectorial - Clínicas Dentárias

Em 2010 registou-se um crescimento de 2% no número de empresas do sector da Saúde Dentária, tendo passado de 2970 empresas a nível nacional para 3029. Segundo a Coface é considerado um sector de risco reduzido, sendo que 92% das empresas são consideradas de risco reduzido. O volume de negócios do sector das Clínicas Dentárias cresceu 6.8% em 2010 em pleno contra-ciclo com a economia. A Autonomia Financeira média das empresas do sector é de 51.8% revelando-se assim bastante bem capitalizadas e evidenciando uma boa capacidade de auto-financiamento. O Payback médio nas Clínicas Dentárias é de 1.5 anos. O rácio de Solvabilidade é historicamente superior a 100%. A média de resultados líquidos das empresas do sector é de 24% do respectivo Volume de Negócios, podendo-se assim concluir ainda haver margens consideráveis a ser exploradas assim como capacidade concorrencial e de entrada de novas empresas do sector da Saúde oral e dentária.


domingo, 27 de novembro de 2011

Negócios Prontos: o Salto Negativo

Quer um negócio pronto? À la carte? O Salto Negativo pode ser uma boa solução para um projecto viável de reduzido investimento, inovador e com quase nenhuma concorrência em Portugal.

Salto Negativo

- Uma nova atracção que nos traz novas sensações, destinada para todo o tipo de público.

- Uma novidade que dá sensações extremas e ao preço mais económico do mercado.

A Sensação de forte aceleração e de impulso dá uma sensação de gravidade zero no ponto mais alto do impulso, em seguida uma pequena sensação de queda livre no momento da descida.
Um impulso impressionante sem ser extremo.

O cliente coloca-se no meio da estrutura, o técnico amarra-o ao arnês com as tiras elásticas amarrado a base do Salto Negativo com um gancho expulsador. De cada lado do arnês, os elásticos estão unidos a cordas que se unem a um motor eléctrico. Em função do peso o elástico tensiona (isso permite receber pessoas dos 40 aos 110 kg). Se o cliente pesa mais de 90 kg aumenta-se um elástico suplementar. Quando os elásticos estão tensos o técnico abre o gancho expulsador que libera e ejecta o cliente a uma altura de mais de 18 metros. Cada salto dura entre 2.30 minutos a 3 minutos, o que dá entre 20 a 25 clientes por hora.
Fácil de armar e montar, o Salto Negativo e uma atracção construída numa base de metal tratado com 40 mt2 montado no solo. Nas laterais duas torres de 15 mts cada uma fabricadas em três partes igualmente desmontáveis.

As peças mais largas medem 6 mts. O conjunto da estrutura é composto por  19 peças das quais várias são iguais. O sistema de montagem simples permite a montagem em 2 horas por 2 técnicos. Para maior segurança, todas as peças em movimento (cordas, elásticos e mosquetões estão dobradas e protegidas com coeficientes muito elevados) cada uma tem um coeficiente de segurança 15 vezes superior ao esforço solicitado. Durante a actividade, a estrutura mostra uma extrema rigidez, solidez e longevidade. A altura máxima da estrutura e de 15 metros e a altura máxima de injecção de 18 metros a 20 metros.

Outras características do Salto Negativo:

Os elásticos mudam-se cada 5.000 a 7.000 Saltos.
Os arneses mudam-se cada 10.000 a 15.000 Saltos.
As cordas devem-se mudar pelo menos uma vez por ano.
A substituição faz-se depois de uma rigorosa observação visual. Todo este trabalho representa cerca de 2% de todo o volume de negócios obtido com o mesmo nº se saltos.



Tempo de salto: 2,5 a 3 minutos                                        
Preço standard: 5-7 Euros
Quantidade de horas/por dia: 8 horas
Quantidade de clientes: 20 por hora / 160 por dia
Ganhos diários 5 € por salto ---- 800 Euros
Ganhos mensais (20 dias) -------- 16.000 Euro
Contacte-nos para saber mais sobre o negócio. Visite o site http://www.uptostart.com/.
 

Franchisings de Sucesso: Minipreço

Como montar um Franchising Minipreço? Quer ter o seu Supermercado Minipreço? Continue a ler...


 Apresentação do Conceito / Filosofia da marca “MINIPREÇO
A Marca Minipreço existe em Portugal à mais de 20 anos, pertence ao grupo Carrefour, que é um dos maiores do mundo, no mundo inteiro têm mais de 400.000 empregados. Relativamente à marca em franchising “Minipreço”, está presente em 8 países, em 3 continentes, e com 6000 lojas. Em Portugal têm neste momento mais de 520 lojas (pois estão a aumentar de mês para mês, das quais mais de 150 são franquias.

Após várias reuniões com o gestor de negócios de franchising do Minipreço, vai averiguar todo o funcionamento do franchising, direitos, deveres, necesidades financeiras, comissões, royalties, direitos de ingresso, marketing, espaço, etc.

Secções que englobam o projecto.

Da mesma forma que se faz em quase todos os supermercados Minipreço, existem várias concessões a negociar, bem como o talho, possivelmente a cafetaria, poderá também concessionar, a frutaria, a padaria, peixaria e charcutaria (considerando um mínimo por concessão de 1250 €, mais 7 % se atingir um determinado volume de negócios a verificar nas familias de produtos registados).


 Custos do Projecto

A Marca Minipreço ajuda gratuitamente com a sua equipa de desenhadores para fazer o Layout da loja, dá assessoria na localização do espaço, bem como na sua negociação. Faz previamente um estudo de mercado e viabilidade do local, garantindo-nos os valores mínimos de facturação para a zona (contudo, neste ponto pesa muito a caracterização do ímovel, que permite explorar outras fontes de rendimento).
Não há por vezes custos com direitos de entrada, taxa de publicidade, nem royalties na exploração do franchising.
Existe a solicitação de uma garantia contratual de bom cumprimento.
Financiamento do projecto pode ser encontrado aqui.


Segundo o Grupo Dia "Consideramos a abertura de Franquias Minipreço em locais de n/interesse comercial e preferencialmente com áreas de venda não inferiores a 250 m2. Daí resulta a necessidade de trabalharmos sobre área brutas de 320 m2 a 400 m2, no sentido da sua adaptação e licenciamento para a n/actividade. Em abstracto, a previsão de investimento situa-se normalmente no intervalo de valores entre os €150.000,00 e os €300,000,00 podendo consoante os casos, haver variações nas cifras aqui dadas como mera referência."
Veja outros franchisings de sucesso para investimentos alternativos.

Entretanto este artigo pode interessar-lhe:
Comparativo de franchising: Minipreço, Meu Super e Amanhecer




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