Portugal Start-Up

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Investir no Martim Moniz


Para quem queira investir na zona do Martim Moniz, em Lisboa, começa amanhã o Concurso nº 176 da EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa). O Concurso EPUL Jovem abre as inscrições entre dia 19 de Junho e dia 18 de julho para o sorteio, marcado para dia 21 de Julho às 11h na sede da EPUL, para a venda de 40 apartamentos no complexo Residências do Martim Moniz. As escrituras das fracções estão agendadas para Setembro deste ano, muito embora, as obras só se encontrem concluídas no final do ano.

O empreendimento, que prevê a construção de 130 fogos para habitação, 14 espaços comerciais e um Centro de Saúde com capacidade para cerca de 18mil pessoas, têm quatro dos seis edifícios que o compõe já concluídos. O atraso na conclusão dos dois últimos edifícios fica a dever-se às obras de requalificação da Praça do Martim Moniz que veio abrandar as obras.

Este projecto, segundo a EPUL, tem como objectivo a colocação no mercado habitacional fracções direccionadas exclusivamente aos mais jovens e a preços mais competitivos. A iniciativa pretende contribuir para o rejuvenescimento da população no centro da cidade e combater a desertificação urbana.


O concurso está aberto a cidadão nacionais e de países da EU que nunca tenham sido proprietários de um imóvel ao abrigo do programa EPUL Jovem, tenham entre os 18 e os 39 anos (entre 18 de Junho e 31 de Dezembro de 2012). Para os cidadadão estrangeiros cujos países de origem não pertençam à EU pede-se que, além da baliza etária e número de identificação fiscal português, apresentem autorização de residência em território nacional. As inscrições podem ser feitas na Loja EPUL em Telheiras ou no site da empresa (em www.epul.pt) a partir das 9.30 da manhã de dia 19 de Junho de 2012.

Em conjunto com este concurso a EPUL vai realizar, também no dia 21 de Julho, às 15 horas, um concurso por licitação para a venda livre de mais 37 apartamentos nas Residências do Martim Moniz. As tipologias variam entre o T1 e o T3 e contam preços a partir dos 145.900€, o qual inclui estacionamento e arrecadação para todos os fogos.

Em Setembro a empresa lançará a abertura dos concursos para a venda das 8 Coberturas existentes no empreendimento, de 12 lojas e alguns ateliers

Se pretende investir procure as nossas solucções! Visite o site da Up To Start em www.uptostar.com e fique a saber mais. 

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Elevator Pitch ou Investment Pitch


É cada vez mais comum a utilização desta expressão Pitching no mundo empresarial, mas afinal o que é o Pitching? É também conhecido como conhecido com Elevator Pitch ou Investment Pitch e é uma ferramenta que serve para o empreendedor expor uma ideia de negócio num curto espaço de tempo (2 minutos por exemplo).

Os negócios de sucesso surgem na grande maioria das vezes de uma boa ideia, o que muitas vezes não é o suficiente para arrancar com um projeto por inexistência de capital suficiente. Nesse caso é necessário recorrer a uma das muitas formas de financiamento para o conseguir. O Pitching (Elevator Pitch ou Investment Pitch) é precisamente o ato de convencer alguém a investir no seu projeto e é utilizado, por exemplo, no crowdfunding onde o capital é financiado por investidores. O Pitching é assim uma forma rápida e eficiente de convencer esses mesmos investidores ou Business Angels (ou Sociedades de Capital de Risco) de que a sua ideia é formidável, de modo a conseguir capital para se financiar (mais uma alternativa de Bootstrapping).

A eficiência do Pitching é normalmente definida pela criação de um Elevator Pitch, no qual se consegue despertar interesse na sua ideia por parte de outra pessoa, de tal modo que haja troca de contactos e que no futuro haja um reencontro onde poderá expor a sua ideia mais pormenorizadamente.
elevator pitch
 O Pitching é portanto uma ferramenta cada vez mais utilizada na promoção de ideias nos mais variados setores de atividade. Como já foi referido, para a maioria das plataformas de crowdfunding é necessária a elaboração de um pitch ou plano de negócios. Contacte-nos para qualquer apoio necessário e para saber como fazer um Elevator Pitch eficiente!

O factor Marca do Distribuidor e Primeiro Preço


Um dos pilares do reposicionamento da Moderna Distribuição é o desenvolvimento de MDD’s (Marca do Distribuidor), como é o exemplo da marca Continente e Marca Pingo Doce. Esta aposta vem reforçar a política de preços baixos da moderna Distribuição e atrair mais clientes. Verifica-se por vezes a redução do sortido dos produtos nos produtos de maior rotação e maior enfoque na venda dos produtos MDD numa clara aposta no realçe destas marcas de valor acrescentado. A Moderna Distribuição mantém um apertado controlo no desenvolvimento e aquisição das MDD’s, uma vez que estes produtos são concebidos mediante um caderno de encargos e submetidos a controlos de qualidade. 

Quotas percentuais de Produtos MDD nos maiores grupos de Retalho em Portugal:
insignias distribuição

Como é possível verificar, existe um aumento generalizado de produtos MDD no portfólio dos principais hipermercados em Portugal, representando, em 2009, um terço da oferta aos consumidores. De referir que os supermercados de tipo Discount detêm tipologias e modelos de negócio distintos, sendo a quota de produtos MDD’s no seu portfolio muito superior às restantes cadeias.
A probabilidade de domínio das MDD no mercado português em 2015 (+ de 50%) é muito elevado uma vez que não está prevista uma interrupção desta tendência. Porém não se antevê que a quota das MDD alcance mais do que os 2/3 do mercado devido à força que as marcas do fabricante detém, nomeadamente no que toca à relação fidelização do consumidor à marca.

A conjuntura económica adversa e a crescente aposta dos distribuidores nas marcas próprias, são as principais explicações para esta evolução. No entanto pode-se ainda apontar como justificação o poder negocial da distribuição que marca o preço nas prateleiras de todos os produtos, sejam eles de marcas de fabricantes ou de marca branca determinando o espaço nas suas prateleiras, pelo que o resultado é o aumento do consumo das marcas de distribuição.
categorias mdd
Como é possível verificar pelo gráfico, 63% dos consumidores portugueses alargam as suas compras a 6 ou mais categorias de produtos, sendo que 27% dos consumidores adquire 11 ou mais categorias de produtos MDD. 
O consumidor é o principal ditador da forte tendência do aumento do consumo de MDD’s e PP. De acordo com um estudo da Nielson, 76% dos consumidores portugueses (média mundial é 61%) compraram produtos MDD em 2010, sendo que 95% destes manifestam-se satisfeitos uma vez que referem que quando a conjuntura melhorar vão continuar a comprar estes produtos MDD. A aquisição de MDD’s é considerado pela maioria dos consumidores como a escolha racional, com a melhor relação preço/qualidade e imagem atractiva. É cada vez mais considerada a “escolha inteligente” num momento em que os consumidores são cada vez mais pressionados pelo orçamento familiar.
Um estudo da Kantar Worldpanel vem evidenciar ainda mais a tendência das MDD pelo facto de 73% dos consumidores dizer que compara o preço por Kilo/Litro e não apenas o preço do artigo, 77% diz comparar o preço entre as marcas.

A maioria dos consumidores, cerca de 97%, refere que nunca teve problemas com o consumo de MDD’s, sendo que 87% revela-se Muito Satisfeito ou Satisfeito. 33% dos consumidores têm mesmo a percepção de que as MDD têm melhor qualidade que as Marcas de Produtos.
De realçar ainda que 80% dos consumidores considera que as MDD’s são iguais às Marcas do Produtor, tendo no entanto melhor preço e promoções. São ainda produtos que traduzem Confiança, Qualidade e oferta de Variedade. Cerca de 45% dos consumidores revela ainda que compara os preços das MDD’s face às Marcas do Produtos.
Outro estudo da Nielson revela que 99% dos lares portugueses compraram MDD’s em 2010.
mercado marca distribuidor

Consulte-nos para mais informações ou para a elaboração de estudos. 



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Apoio para Mulheres Empreendedoras


O IFDEP (Instituto para o Fomento e Desenvolvimento do Empreendedorismo em Portugal) desenvolveu um programa de apoio ao empreendedorismo por parte das mulheres. O FAME (Formação Avançada para Mulheres Empreendedoras) tem vindo a dar formação, a apoiar as mulheres portuguesas na criação do seu próprio emprego e a construir uma tradição no sentido de estimular o empreendedorismo feminino.

O programa destina-se a mulheres, independentemente da sua situação profissional, que pretendam inserir-se no mercado de trabalho através da criação do seu próprio emprego. Para poderem participar as candidatas têm apenas que ter a escolaridade mínima obrigatória – 9º ano - e preferencialmente uma ideia ou projecto coerente de negócio. Como estímulo à adesão a este incentivo o FAME prevê a formação em horário laboral e a atribuição de subsídio de alimentação os dias da formação.

O FAME tem como modelo uma acção formativa que conjuga o desenvolvimento de competências individuais no campo do empreendorismo, gestão de negócio, etc.., com o apoio ao nascimento das empresas e acompanhamento nos primeiros passos do investimento. A consultoria é um dos pontos fortes deste programa que pretende acima de tudo dotar as mulheres das competências necessárias à sua autonomia empresarial.

o programa tem como regra base a exigência de uma maioria da presença de mulheres nas sociedades criadas no âmbito do FAME, assim como a imposição das funções de gerência por parte de uma mulher. A presença de homens no capital da sociedade é permitida desde que referida no Plano de Negócios.
O programa FAME desenvolve-se em torno de três eixos fundamentais:

Formação – fornecer às participantes os conhecimentos de gestão que lhes permitam fundar e conduzir os seus negócios a bom porto. Apoio à constituição e consolidação de micro e pequenas empresas que sejam promovidas por mulheres. Formação que permita que as mulheres participem nos processos de decisão.
Consultoria – Apoio à consolidação do plano de negócios e sua adaptação à realidade empresarial. Este módulo é apenas acessível às mulheres que tendo frequentado as acções de formação optaram pela formação do seu próprio negócio. Este serviço tem a duração de um máximo de 80horas por cada empresa.
Financiamento – Apoio para as formandas que vejam o seu plano de negócios aprovado pelo IFDP beneficiam de um apoio no valor de 12 x IAS (indexante dos apoios sociais).

Dado o contexto internacional e a conjectura social o IFDP dá preferência a projectos no âmbito dos sectores tecnológico e científico. É dada especial importância às empresas que se constituam nas áreas das novas tecnologias de informação e comunicação ou que visem sectores onde as mulheres se encontram sub-representadas.

O FAME pretende fomentar o empreendorismo junto da população feminina, aumentar e reforçar a qualidade da sua participação no mercado de trabalho para que a mulher alcance um lugar mais equilibrado e participativo na sociedade nacional e internacional. Apostar no empreendedorismo feminino e na intervenção das mulheres em todas as áreas do sector empresarial é uma forma de apoiar e promover a igualdade de oportunidades, a formação qualificada e o desenvolvimento de uma rede de cooperação e informação. 

Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Investir em Moçambique


O LIDE Portugal anuncia o apoio à criação do LIDE em Moçambique. Este é um passo importante para a consolidação da relação empresarial entre os dois países, tal como já aconteceu com Angola que provou ser um investimento de sucesso. Formalmente criada no presente mês, a LIDE Moçambique conta com o núcleo empresarial de topo do país e o total apoio do LIDE Internacional.


O LIDE Portugal é uma organização privada de Líderes Empresariais que tem como principal fundamento fortalecer o pensamento, o relacionamento e os princípios éticos da governação corporativa. O Grupo conta com líderes de empresas nacionais e internacionais e tem como missão a promoção e a integração entre as empresas, as organizações e as entidades privadas. O diálogo entre estes três sectores é fomentado pelo incentivo à realização de debates, fóruns de negócios e iniciativas de apoio à responsabilidade social e à sustentabilidade.

O LIDE Portugal visa contribuir para que Portugal se transforme num país economicamente mais competitivo mas onde não se esqueça a solidariedade e a justiça social. O trabalho por um Estado democrático e politicamente forte é elaborado através da reunião de líderes empresariais empenhados em seguir o mesmo rumo e a promover o relacionamento interpessoal e interempresarial sem abandonar o exercício da cidadania corporativa.

O LIDE Portugal luta ainda pela inserção de Portugal na economia Internacional através da criação de redes de contactos com o Argentina, Angola, Brasil, Chile, China e Itália. Este grupo aposto no intercâmbio de sinergias para:
"
  1. Incentivar e promover as relações empresariais;
  2. Discutir temas económicos e políticos de interesse nacional;
  3. Fortalecer a governação corporativa;
  4. Defender a ética, os princípios democráticos e a eficiência de gestão nos sectores público e privado;
  5. Promover, actualizar e aperfeiçoar o conhecimento empresarial;
  6. Sensibilizar o sector privado para programas comunitários, com prioridade para educação e formação profissional;
  7. Estimular o respeito pelo meio ambiente."

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Mulheres e Empreendedoras


A APME (Associação Portuguesa de Mulheres Empresárias) nasce em Agosto de 1985 e é desde 1995 uma Associação sem fins lucrativos e de Utilidade Pública. Com sede em Lisboa, esta associação que garante presença em todo o território nacional, tem como principal fim a divulgação do trabalho das Empresárias e das Empreendedoras Portuguesas tanto a nível nacional como no estrangeiro.
A sua acção na vida pública passa por afirmar a sua imagem e peso institucional perante as diversas entidades públicas e privadas em território nacional e no estrangeiro. Uma das grandes vitórias da APME foi ter contribuído activamente para a introdução de uma recolha estatística e analítica, junto de entidades como o MEE- Ministério da Economia e Emprego, IAPMEI, ICEP, INE, entre outros, com base no género dos inquiridos e apenas ao nível do mercado português.

A APME é filiada na FMEPP (Federação das Mulheres Empresárias e Profissionais de Portugal), consequentemente na BPW (Business and Professional Women) que é entidade que a nível mundial congrega as Federações de Mulheres Empresárias e Profissionais de mais de 120 países dos 5 continentes. A associação é ainda uma das entidades que faz parte do Conselho Consultivo da CIG (Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género).


Em 1998 a APME torna-se membro efectivo da FIDE (Federação Ibero-Americana de Mulheres Empresárias) e em 1999 assume a Presidência e a Secretaria-geral da FAME (Federação das Associações de Mulheres Empreendedoras da CPLP), dando mais um passo na relação comercial com os países Africanos Lusófonos. Membro da FEM (Femmes Européennes Moyennes et Petites Entreprises) desde 1999 é eleita em 2002 para integrar o seu Conselhor Consultivo. A FEM faz parte da UEAPME (Union Européenne des Associations des Petites Moyennes Entreprises), que é a mais forte representação empresarial a nível da União Europeia.

A actual direcção da APME, pela primeira vez, abraçou um modelo de gestão que elimina a figura do presidente e promove o trabalho em equipa. Neste sentido elegeu uma equipa para a gestão dos seus órgãos sociais.

A Associação que tem como principais objectivos o apoio ao co-empresariado, à criação de novas empresas, empresárias e do próprio emprego, pretende contribuir positivamente para o crescimento do exercício do poder político e económico das mulheres. Neste sentido promove acções de formação contínua, parcerias com diversas associações, apoia e fomenta a consolidação e o desenvolvimento das MPE’s (Micro e Pequenas empresas) em simultâneo com a promoção do trabalho da APME e das suas associadas junto do mercado.


A APME aposta na formação, consultoria, informação e suporte técnico das empreendedoras e empresárias. Especialmente direcionada para o sector das MPE’s, onde a presença do empreendedorismo feminino é mais forte, a APME aposta no reforço do papel da mulher na economia, política, cultura e sector social para a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável do país. 

quinta-feira, 7 de junho de 2012

IMPULSO JOVEM: Iniciativa à Empregabilidade Jovem e de apoio às PME



Com os números do desemprego jovem a crescer o Governo decide lançar um apoio extraordinário à empregabilidade jovem e às PMEs.

A medida tem quatro eixos fundamentais de incidência:

1. Passaporte-Emprego: Programa de Estágios para Jovens
Apoio aos jovens desempregados com qualificação para que desenvolvam aptidões e competências em contexto de trabalho. Privilegia três sectores: PMEs, Economia Social e Internacionalização.

2. Orientação, Formação e Qualificação:
Procura promover o ensino e a formação profissional especialmente nos sectores considerados deficitários. Destina-se a jovens que não tenham a escolaridade obrigatória, jovens com habilitações escolares mas sem qualificação profissional ou jovens que possuam habilitações e formação escolares e pretendam criar o seu próprio emprego.

3. Empreendedorismo:
Apoio ao empreendedorismo jovens com especial valorização no sector da Agricultura, Projectos de base Regional, Projectos que apostem na Inovação ou na Economia Social.

4. Internacionalização:
Apoio e aposta em medidas que, no quadro da União Europeia e Resto do Mundo, promovam a internacionalização académica e empresarial.

Apoio às PMEs
A medida Impulso Jovem prevê três linhas de acção no auxílio às PMEs, a saber:

1. Aceleração dos processos burocráticos, simplificação ao acesso dos apoios previstos no QREN, mais eficiência nas infraestruturas de apoio às empresas;
2. Criação do fundo de revitalização para PMEs com o apoio do Fundo Europeu de Investimento (FEI), acesso a linhas de crédito dentro do quadro do Banco Europeu de Investimento (BEI) e a fundos de capital de risco com base regional, aposta no reforço dos instrumentos que o QREN disponibiliza ao nível da engenharia financeira;
3. Aposta na iniciativa privada jovem com especial incidência nas regiões de baixa densidade. Promoção do reforço dos sistemas de incentivos previstos no QREN, com especial atenção ao emprego jovem, desenvolvimento de incentivos de apoio local a microempresas, valorização do investimento empresarial em áreas de baixa densidade e da revitalização económica das cidades.

Esta iniciativa conta com 344 milhões de euros e abrangerá 90 mil jovens.


Para mais informações consulte a Up To Start - Consultoria e Projectos de Investimento e a informação disponível no nosso site em www.uptostart.com.


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